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  • 1

    ANLISE CRTICA DAS TEORIAS E

    PRTICAS ORGANIZACIONAIS

  • 2

  • 3

    JOS HENRIQUE DE FARIA (Organizador)

    ANLISE CRTICA DAS TEORIAS E

    PRTICAS ORGANIZACIONAIS

    Anne Pinheiro Leal

    Elaine Cristina Schmitt

    Francis Kanashiro Meneghetti

    Jos Henrique de Faria

    Lis Andra Pereira Soboll

    Raquel Dorigan de Matos

    Sidney Nilton de Oliveira

    Solange de Lima Barbosa

  • 4

    SO PAULO EDITORA ATLAS S.A. 2007

    Copyright 2007 by Editora Atlas S.A.

    Capa: Marcio Henrique Medina

    Composio: Lino-Jato Editorao Grfica

    Dados Internacionais de Catalogao na Publicao (CIP)

    (Cmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

    Anlise crtica das teorias e prticas organizacionais / Jos Henrique de Faria, (organizador). So

    Paulo: Atlas, 2007.

    Vrios autores.

    Bibliografia.

    ISBN 978-85-224-4848-7

    1. Organizao 2. Organizao Estudo de casos 3. Pesquisa organizacional 4. Teoria crtica I.

    Faria, Jos Henrique de.

    0 7 - 5 8 5 1 C D D - 6 5 8 . 0 0 1

    ndices para catlogo sistemtico:

    1.

    Anlise crtica: Teorias e prticas organizacionais: Administrao 658.001

    2.

    Teorias e prticas organizacionais: Anlise crtica: Administrao 658.001

    TODOS OS DIREITOS RESERVADOS proibida a reproduo total ou parcial, de qualquer forma ou

    por qualquer meio. A violao dos direitos de autor (Lei n 9.610/98) crime estabelecido pelo

    artigo 184 do Cdigo Penal.

  • 5

    Depsito legal na Biblioteca Nacional conforme Decreto n 1.825, de 20 de dezembro de 1907.

    Impresso no Brasil/Printed in Brazil

    Editora Atlas S.A.

    Rua Conselheiro Nbias, 1384 (Campos Elsios)

    01203-904 So Paulo (SP)

    Tel.: (0_ _11) 3357-9144 (PABX)

    www.EditoraAtlas.com.br

  • 6

    A maneira como as coisas se apresentam no a maneira como elas so.

    Se as coisas fossem como se apresentam, a cincia inteira no existiria.

    Karl Marx

    O que , exatamente por ser tal como , no vai ficar tal como est.

    B. Brecht

  • 7

    Sumrio

    Consideraes iniciais, xvii

    Resumo dos captulos, xxi

    OS FUNDAMENTOS DA TEORIA CRTICA: uma introduo (Jos Henrique de Faria), 1

    1 Os fundamentos da Teoria Crtica, 2

    2 O problema central da Teoria Crtica, 3

    3 A Economia Poltica do Poder, 10

    4 As perspectivas da Teoria Crtica no mundo contemporneo, 11

    5 Sobre o mtodo, 14

    Parte I Vnculo, Identidade, Imaginrio e Subjetividade, 21

    1 INDIVDUO, VNCULO E SUBJETIVIDADE (Jos Henrique de Faria e Elaine Cristina Schmitt), 23

    Introduo, 23

    1 Gama: a organizao analisada, 24

    2 Indivduo, trabalho, subjetividade e controle social na organizao Gama, 25

    3 Vnculo e subjetividade: alicerces do controle social na organizao Gama, 32

    3.1 O vnculo formal e a subjetividade humana, 36

    3.2 O vnculo psicolgico na organizao, 39

  • 8

    4 Anlise psicossociolgica dos vnculos estabelecidos entre indivduos e organizao: por uma concluso, 42

    Questes para reflexo, 44

    2 O SEQESTRO DA SUBJETIVIDADE (Jos Henrique de Faria e Francis Kanashiro Meneghetti), 45

    Introduo, 45

    1 Subjetividade do trabalhador, poder condicionado e sequestro da subjetividade, 46

    2 Controle psicolgico nas relaes de trabalho, 52

    3 Toyotismo (produo enxuta) e o sequestro da subjetividade, 56

    3.1 Sequestro da subjetividade pela identificao, 57

    3.2 Sequestro da subjetividade pela essencialidade valorizada, 58

    3.3 Sequestro da subjetividade pela colaborao solidria, 59

    3.4 Sequestro da subjetividade pela eficcia produtiva, 61

    3.5 Sequestro da subjetividade pelo envolvimento total, 63

    4 Sistema cultural toyotista ou nova forma de organizao do processo de trabalho?, 65

    5 Concluso, 66

    Questes para reflexo, 67

    3 O IMAGINRIO VIGIADO NAS RELAES DE TRABALHO (Jos Henrique de Faria, Elaine Cristina Schmitt e Francis Kanashiro Meneghetti), 68

    Introduo, 68

    1 A formao do imaginrio, 69

    2 Imaginrio compartilhado e dinmica da transformao, 73

    2.1 Imaginrio individual e transformao dos esforos contnuos, 74

    2.2 Imaginrio organizacional, transformao da valorizao do colaborador: orgulho e dedicao empresa, 76

  • 9

    2.3 Imaginrio social, transformao do reconhecimento social e do voluntariado, 80

    3 Arqueologia da vigilncia do imaginrio nas relaes de trabalho: por uma concluso, 85

    Questes para reflexo, 91

    4 COMPROMETIMENTO: UMA AVALIAO CRTICA SOBRE A PRXIS ORGANIZACIONAL (Jos Henrique de Faria e Solange de Lima Barbosa), 92

    Introduo, 92

    1 Comprometimento: uma discusso conceitual, 93

    2 Comprometimento: uma avaliao crtica, 102

    2.1 Allen e Meyer e os trs componentes do comprometimento, 102

    2.2 Kanter e o conceito de controle social, 104

    2.3 Stebbins e a avaliao entre penalidades e recompensas, 105

    2.4 Congruncia de valores e interesses: aproximando-se do sentido, 106

    2.5 Os pesquisadores brasileiros: os problemas subsistem, 106

    3 Comprometimento: uma proposio anlise da prxis organizacional, 109

    4 Concluso, 114

    Questes para reflexo, 114

    Parte II Discursos, Competncias, Gesto Corporativa e da Qualidade, 117

    5 DISCURSOS ORGANIZACIONAIS (Jos Henrique de Faria e Francis Kanashiro Meneghetti), 119

    Introduo, 119

    1 Conceitos contemporneos do discurso, 120

    2 A ideologia na constituio do discurso, 125

    3 Discursos organizacionais, 128

  • 10

    3.1 O discurso permitido, 129

    3.2 A tica das palavras, 131

    3.3 A construo de si mesmo e do outro pelo discurso, 133

    3.4 Tempo e local do discurso, 134

    4 As formas discursivas nas organizaes, 136

    4.1 O discurso social comum, 136

    4.2 O discurso ideolgico propriamente dito, 136

    4.3 O discurso democrtico reflexivo, 137

    4.4 O discurso mtico, 137

    4.5 O discurso teleolgico, 138

    5 Concluso, 138

    Questes para reflexo, 140

    6 A GESTO POR COMPETNCIAS NO QUADRO DA HEGEMONIA (Jos Henrique de Faria e Anne Pinheiro Leal), 142

    Introduo, 142

    1 Gesto por competncias, 143

    2 A gesto por competncias no quadro da hegemonia, 145

    3 Gesto por competncias: o caso da empresa Nital, 149

    3.1 Avaliao de desempenho por competncias, 151

    4 Consideraes finais, 165

    Questes para reflexo, 166

    7 DO TREINAMENTO UNIVERSIDADE CORPORATIVA: IDEOLOGIA, DOMINAO E CONTROLE (Jos Henrique de Faria e Anne Pinheiro Leal), 167

    Introduo, 167

    1 Treinamento e desenvolvimento, 168

    2 Universidades corporativas, 173

    3 Ideologia, dominao e controle, 181

    4 Concluso, 188

    Questes para reflexo, 189

  • 11

    8 GESTO DA QUALIDADE, SUBJETIVIDADE E DESEMPENHO ORGANIZACIONAL (Jos Henrique de Faria e Sidney Nilton de Oliveira), 190

    Introduo, 190

    1 Qualidade: um breve resgate do termo, 191

    2 Qualidade e conhecimento no trabalho organizado, 192

    3 O trabalho produtivo na industrializao, 193

    4 O controle comportamental nas organizaes: origens e desdobramentos, 194

    5 O controle da qualidade: o incio da gesto da qualidade, 195

    6 A qualidade como produo enxuta, 196

    7 As contradies dos programas de qualidade, 199

    8 Concluso, 201

    Questes para reflexo, 202

    Parte III O Novo Sindicalismo e a Sociedade Unidimensional, 203

    9 A FASE DO COLABORACIONISMO: A NOVA PRTICA SINDICAL (Jos Henrique de Faria), 205

    Introduo, 205

    1 O controle sobre os processos de trabalho, 208

    2 O capitalismo global e a produo enxuta (lean production): a sofisticao do controle, 211

    3 A fase do colaboracionismo? 230

    4 Consideraes finais, 237

    Questes para reflexo, 239

    10 AS ORGANIZAES E A SOCIEDADE UNIDIMENSIONAL (Jos Henrique de Faria e Francis Kanashiro Meneghetti), 241

    Introduo, 241

    1 A sociedade repressiva, 242

  • 12

    2 A perda do pensamento crtico, 244

    3 Controle social e perda da autonomia, 252

    4 A teoria das organizaes e a sociedade unidimensional, 255

    5 Reflexo crtica e organizao unidimensional: por uma concluso, 256

    Questes para reflexo, 258

    Parte IV Controle, Violncia e Poder, 259

    11 O CONTROLE POLTICO-IDEOLGICO E A EXPLORAO DOS TRABALHADORES EM UM HOSPITAL: CONTRATAR BURRO PARA PAGAR POUCO (Jos Henrique de Faria e Lis Andra Pereira Soboll), 261

    Introduo, 261

    1 Explorao e controle no modelo de gesto autoritrio, 262

    2 Estratgias de recursos humanos como instrumentos de controle e explorao, 267

    2.1 O processo de seleo: a escolha dos excludos, 268

    2.2 A definio de cargos, 271

    3 Consideraes finais, 274

    Questes para reflexo, 276

    12 A INSTITUIO DA VIOLNCIA NAS RELAES DE TRABALHO (Jos Henrique de Faria e Francis Kanashiro Meneghetti), 278

    Introduo, 278

    1 A racionalidade e as relaes de trabalho, 279

    2 A violncia, 281

    2.1 As origens da violncia no contexto das relaes capitalistas de produo, 284

    2.2 As formas da violncia, 287

    3 A institucionalizao da violncia, 291

    3.1 O processo da banalizao do mal, 292

  • 13

    3.2 O controle psicolgico no trabalho, 292

    3.3 O pensamento unidimensional, 293

    3.4 O totalitarismo, 294

    4 O modo de organizao das relaes de reproduo da violncia, 294

    5 A condio humana nas relaes de trabalho: por uma concluso, 297

    Questes para reflexo, 298

    13

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