Ana Carolina Calegaro Lopes da Silva Ana Paula Ferreira da Costa Marcio Nami

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O Cooperativismo como Vantagem Competitiva: Uma anlise entre as Sociedades Cooperativas e os Bancos Comerciais. Ana Carolina Calegaro Lopes da Silva Ana Paula Ferreira da Costa Marcio Nami Rio de janeiro 30/11/ 2010. - PowerPoint PPT Presentation

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<ul><li><p>O Cooperativismo como Vantagem Competitiva:Uma anlise entre as Sociedades Cooperativas e os Bancos ComerciaisAna Carolina Calegaro Lopes da SilvaAna Paula Ferreira da CostaMarcio Nami</p><p>Rio de janeiro 30/11/ 2010*</p></li><li><p>INTRODUO </p><p>Enquanto os bancos em sua maioria, visam ao final de cada exerccio lucros exponenciais em seus balanos, as cooperativas de crdito seguem, apresentando modestas sobras, porm no deixando de oferecer a seus associados, produtos e servios similares aos bancrios com preos e tarifas altamente competitivos.*</p></li><li><p>Principais Diferenas entre os Bancos e as Cooperativas</p><p>Fonte: Meinen ET AL (2002)*</p><p>BancosCooperativas de CrditoSo sociedades de capital.So sociedades de pessoas.O poder exercido na proporo do nmero de aes.O voto tem peso igual para todos, uma pessoa um voto.As deliberaes so concentradas.As decises so partilhadas entre muitos.O administrador um terceiro (homem de mercado).O administrador do meio (cooperativado).O usurio de operaes mero cliente.O usurio o prprio dono (cooperativado).O usurio no exerce qualquer influncia no preo dos produtos.O usurio o prprio dono (cooperativado); toda a poltica operacional decidida pelos prprios donos (cooperativados).Podem tratar distintamente cada usurio.No podem distinguir: o que vale para um vale para todos (Lei 5764/71).Avanam pela competio.Desenvolvem-se pela cooperao.Visam o lucro por excelncia.O lucro est fora de seu objeto (art. 3 da Lei 5764/71).O resultado de poucos donos (nada dividido com o cliente).O excedente (sobras) distribudo entre todos os usurios na proporo das operaes individuais reduzindo ao mximo o preo pago pelos cooperativados.So reguladas pela Lei das Sociedades Annimas.So reguladas pela Lei cooperativista.</p></li><li><p>*DESAFIOS</p><p>PARADIGMAS (APLAUSOS)</p><p>PREMIAES</p></li><li><p>*Cenrios </p></li><li><p>*</p></li><li><p>*MODELO EMPRESARIAL</p></li><li><p>*PBLICO CONSUMIDORFIM DO PERFIL DE IMOBILIZAO;MULTICULTURALISMO;VALORIZAO DA MARCA;PADRES TICOS E DE QUALIDADE;SOBREVIVNCIA. </p></li><li><p>*MERCADO X TEMPOATUAO GLOBAL;MULTIMERCADOS;GANHOS DE ESCALA;ESTOQUES: RETRAO;PRODUTOS OBSOLETOS SENSAO;DIMINUIO DE TEMPO DE RESPOSTA </p></li><li><p>*OUTRA VISOASSIMETRIA PAUTADA POR:A CADA $100 EM EXPORTAES $ 97 VO PARA PASES DE PRIMEIRO MUNDO;40% DA POPULAO MUNDIAL REPRESENTAM 3% DO COMRCIO MUNDIALANOS 90: AUMENTO DE EXPORTAES NOS PASES RICOS = $ 1938 / HABITANTE, PASES POBRES $ 51 / HABITANTE. </p></li><li><p>*PARADIGMA DAS EMPRESASMANAGING FOR VALUEMAXIMIZAONECESSIDADE ESTRUTURAL DO SISTEMARESULTADOS EXPONENCIAIS</p></li><li><p>*EMPRESAS CONVENCIONAIS</p></li><li><p>*PERFIL CONCILIADORDISTRIBUIO X EXPANSO NO NECESSIDADE DE LUCROS EXPONENCIAIS;VALORAO PESSOAL E NO CAPITAL;REVERSO DE BENEFCIOS DIRETA;DIMINUIO DAS DISPARIDADES;NIVELAMENTO DE DECISES;CUSTOMIZAO DE ACORDO COM REGIO SEM PERDER FOCO DE MULTIMERCADOS;CUSTOS RACIONAIS. </p></li><li><p>*</p></li><li><p>*NECESSIDADESPROFISSIONALISMOPADRONIZAODISCIPLINAFOCOPLANEJAMENTO ENFRENTAMENTO RACIONAL FIM DO PARADIGMA DA PIRMIDE</p></li><li><p>DESAFIO?*</p></li><li><p>*Dr. Mario Henrique Simonsen NO IMPORTA QUO SUNTUOSAS E IMPONENTES SEJAM AS PIRMIDES. NO DEVEMOS JAMAIS ESQUECER QUE ELAS FORAM CONCEBIDAS ORIGINALMENTE PARA SEPULTAR OS MORTOS </p><p>Viso do homem sobre regularidades*</p></li></ul>

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