recife gp11 - grupo

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Carlos Alberto C. M. Filho, André Carvalho, Luiz Gustavo Queiroga, Juliana Mª Moreira e Daniele Pontes Bezerra.

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Diretores:

Carlos Alberto C. M. Filho

André Carvalho

Luiz Gustavo Queiroga

Juliana Mª Moreira

Daniele Pontes Bezerra

EMPRESA

ORIGEM DO PROJETO

Hoje em dia, o transporte de cargas se tornou um grande problema dentro

das cidades. Além de causar muito incômodo com seus altíssimos níveis de

ruídos, causam intensa poluição atmosférica, e acima de tudo, grandes

transtornos ao centros urbanos, tais como, congestionamentos, áreas para

estacionar entre outros.

Em função dos problemas listados acima, a Secretaria de Transporte de

Pernambuco, a partir do dia 16/11/2011, vai restringir as entregas em

algumas vias urbanas em horários de pico. Em função da restrição, algumas

alternativas serão criadas para manter os padrões de entrega sem afetar a

satisfação do cliente.

BREVE HISTÓRICO

Businiess Case

PRODUTO

Nova regra para distribuição de produtos em vias urbanas.

1. STAKEHOLDERS

1. População;

2. Equipe de entrega;

3. Consumidores;

4. Secretaria de transporte;

5. Departamento comercial;

6. Departamento financeiro; e

7. Concessionárias (fornecedores).

2. REQUISITOS

1. Fluxo contínuo em horários de pico;

2. Diminuição do tempo de espera na rota;

3. Entrega no prazo determinado;

4. Adequação para novas diretrizes;

5. Aumento no volume de vendas;

6. Diminuição do juros referente; e

7. Inovação no modelo de veículos.

3. RESTRIÇÕES

1. Determinação do horário de piso: 15h as 19h;

2. Determinação do tempo máximo de entrega;

3. Cumprimento do plano de roteirização;

4. Adequação das vias públicas para área de descarga;

5. Alinhamento das vendas com a capacidade de operação;

6. Prioridade das entregas horários estabelecidos; e

7. Adaptação de fornecedores de frota.

A estrutura organizacional proposta, é a Matricial Fraca. A estrutura

organizacional visa superar as principais dificuldades encontradas pelo

transporte de cargas em perímetros urbanos que afetam as vias, trazendo

desconforto ao trânsito, segundo as exigências da Secretaria de

Transporte, sem afetar a performance de entrega.

FUNÇÃO ADOTADA PELO PMO

Desenvolver projetos internos na planta (Guararapes) que fica situada em

prazeres.

FAE´S

FAE´S - Ambiente Especifico

1. Fornecedores: Podemos dividir os fornecedores do projeto em dois

tipos:

1.1. Fornecedores Internos: Os colaboradores da Coca Cola de outros

setores que destinarão uma parte do seu esforço diário para realizar o

projeto SinalVerde.

1.2. Fornecedores Externos: Podemos enquadrar como fornecedores

externos as concessionaria de caminhões e equipamentos.

2. Clientes: São constituídos pelos bares, supermercados, restaurantes,

eventos esportivos, etc.

3. Concorrentes: A disputa pelo cliente.

4. Agentes Controladores: A Companhia de Trânsito e Transporte Urbano

(CTTU) é quem ira realizar o monitoramento dos caminhões nas áreas

centrais da cidade.

FAE´S - Ambiente Geral

1. Variáveis Políticas: Decisões que o governo possa vim a tomar,

podem influenciar no andamento do projeto.

2. Variáveis Tecnológicas: Novos sistemas podem ser desenvolvidos

para ajudar a Coca Cola no planejamento da distribuição de seus

produtos.

3. Variáveis Sociais: Hoje a sociedade que trafega pelas áreas centrais do

Recife são diretamente afetas com trafego dos caminhões da empresa.

A tendência é que o congestionamento diminua com esse novo projeto

de circulação de caminhões.

4. Variáveis Econômicas: A tendência é que com essa nova política de

tráfego, a Coca Cola sofra um aumento nos custos logísticos para

realizar a mesma quantidade de entregas. Para que a Coca Cola não

arque com esse prejuízo, a tendência é que o preço de seus produtos

(Coca Cola, Água, Energéticos, etc.) sejam reajustados, afetando

assim a economia local.

WBS

PROCESSO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS

1. Definir o escopo inicial (levar em consideração as limitações

de transporte e as necessidades de clientes);

2. Identificar os Stakeholders;

3. Verificar a necessidade dos stakeholders ;

4. Apresentar o TAP (termo de abertura de projeto) ao Sponsor ;

5. Definir GP; e

6. Integração dos stakeholds.

1. COMO INICIAR

1. Coletar requisitos;

2. Detalhar escopo inicial;

3. Criar a EAP;

4. Definir atividades;

5. Alinhas as atividades;

6. Definir caminho crítico;

7. Definir as ações emergências (caminho

crítico);

8. Estimar custos;

9. Alocação de equipe de projetos;

10. Definir sistemática de comunicação;

11. Plano de gerenciamento de risco; e

12. Aquisição infra estrutura.

CRONOGRAMA

2. COMO PLANEJAR

1. Alinhar a equipe aos objetivos do projeto;

2. Capacitar a equipe;

3. Parametrização do sistema de roteirização;

4. Autorização a equipe para implementar o projeto; e

5. Divulgar informação do projeto aos Stakeholders.

3. COMO EXECUTAR

1. Medição/Controle de entrega;

2. Monitorar a equipe do projeto;

3. Medir nova roteirização através do GPS; e

4. Termo de aceite assinado pela equipe /cliente.

4. COMO MONITORAR

1. Reunião de fechamento;

2. Conclusão da fase de aquisição;

3. Lições Aprendidas; e

4. Finalizar contratos.

5. COMO ENCERRAR

A Coca Cola não dispõe de uma base de conhecimento (Informações

Históricas e Lições Aprendidas) para o projeto SivalVerde.

Os Ativos de Processos Organizacionais do projeto são baseados

apenas nos processos e procedimentos da empresa.

ATIVOS DE PROCESSOSORGANIZACIONAIS - APO

LISTA DE ATIVIDADES POR PACOTE DE TRABALH O

LISTA DE ATIVIDADES POR PACOTE DE TRABALH O

ORÇAMENTO

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