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  • A soldagem com eletrodos revestidos definida como um processo de soldagemcom arco, onde a unio produzida pelocalor do arco criado entre um eletrodorevestido e a pea a soldar (TECCO, 2011).

  • No incio do sculo

    Contudo

  • Melhorestabilidade

    Aramesenferrujados

    Cobertoscom cal

    Melhorestabilidade

    de arco

    Adotando-se no comeo da primeiradcada o eletrodo com revestimento cido

  • Asbesto

    Proteo da poa de fuso de contaminaes;

    Algodo

    Aumenta penetrao do arco de solda;

  • Tais fatos marcaram o advento dorevestimento celulsico.

    Logo, em meados da dcada de 30teve-se o advento dos eletrodosrutlicos.

    J no incio da dcada seguinte foi avez do revestimento bsico. E nadcada de 50 a adio do p de ferro.

  • Alicate Equipa

    Fonte de energia

    Alicatepara

    fixaodos

    eletro-dos

    Cabosde

    interliga-o

    Pinapara

    ligaoa pea

    Equipamento

    de prote-

    oindivi-dual

    Equipamentopara

    limpezada solda

  • Fonte de energia

    O arco eltrico utilizado na solda com eletrodo revestido pode advir de uma fonte de: Corrente contnua; Corrente contnua;

    Corrente alternada;

  • Fonte de energia

    O transformador para corrento alternada aconfigurao mais simples e barata. Tanto do pontode vista de investimento inicial quanto de operao emanuteno.

    No caso de corrente contnua existem dois tiposde unidades que podem ser utilizadas:de unidades que podem ser utilizadas:

    - Geradoras;- Transformadoras-retificadoras;Durante a soldagem, ao limitar os picos de

    corrente nos curto-circuitos a estabilidade de arco obtida,. Seja para alcanar reduzido volume derespingos ou para reabrir o arco, proporcionandoadequada elevao da tenso aps o curto-circuito.

  • Nesse caso, o comportamento dinmicocostuma ser ajustado atravs do projeto dafonte pela manipulao de gradiente dacurva caracterstica.

    A fonte que preferencialmenteA fonte que preferencialmenteutilizada possui curva caractersticatombante. pois permite a obteno detenses mais elevadas em aberto (65-90V)que as de potencial constante (10-50V),favorecendo a abertura e reabertura doarco.

  • Alicate para a fixao dos

    eletrodos

    Garras: Mais popular e utilizada no Brasil; Facilidade na hora de troca de eletrodos; Facilidade na hora de troca de eletrodos; Contato eltrico menos eficiente;

    Pina: Mais comum em outros pases; Dificultoso para a troca de eletrodos; Contato eltrico mais eficiente;

  • Cabos de interligao

    Dois conjuntos de cabos de interligao so utilizados:

    Conexodo

    eletrodo fonte

    Conexoda fontea pea

  • Normalmente os cabos socompostos por fios finos de cobreenrolados e envolvidos por uma camadade borracha isolante e protetora.de borracha isolante e protetora.

    Seu dimetro depende da potnciaeltrica exigida, do comprimento e tipode corrente.

  • Interessados em maiores detalhes vide: BSI BS638:Part 4:1979; Arc welding power soucerces, equipamentand acessories, Part 4: Specification for Welding Cables.

  • Pina para ligao a pea

    Apresentam o formato de garra ougrampos que so conectados ao cabogrampos que so conectados ao cabode interligao.

  • Equipamentos de proteo

    individual- Mscara de solda, equipada com filtros protetores

    contra radiao;- Roupas para proteo do corpo, incluindo aventais,

    jaquetas, mangotes, luvas, perneiras etc- Sapatos industriais.- Sapatos industriais.*A seleo dos filtros de proteo depende dos

    parmetros de soldagem, algumas recomendaesso:

    Dimetros do eletrodo Nmero do filtro

    (mm)

    1,6 a 4,0 10

    4,0 a 6,4 12

    6,4 a 9,5 14

  • Principais variveis operatrias

    Tipo e dimetro do eletrodo; Tipo, polaridade e valor da corrente de

    soldagem; Tenso e comprimento do arco; Tenso e comprimento do arco; Velocidade de soldagem; Tcnica de manipulao do eletrodo; Sequncia de deposio e soldagem;

  • Tipo e dimetro do eletrodo Os dimetros de eletrodos normalmente

    variam de 1 a 8mm e o comprimento 350 a470mm. Dimenses superiores podem serconseguidas atravs de encomenda.

    Utiliza-se como critrios de escolha: Utiliza-se como critrios de escolha: Espessura do material a ser soldado; Posio de soldagem; Tipo de junta

  • Sob a ptica exclusiva daprodutividade, deve ser escolhido omaior dimetro de eletrodo praticvel,para que se possa maximizar a taxa dedeposio;

    Limite de energia na junta soldada,Limite de energia na junta soldada,impostas por questes metalrgicastambm impem um valor mximo naseleo do dimetro do eletrodo;

  • Corrente de soldagem controla predominantemente todas as

    caractersticas operatrias do processo, o aspecto do cordo e as propriedades dajunta soldada.

    A faixa de corrente utilizvel depende: A faixa de corrente utilizvel depende: Dimetro do eletrodo; Material da alma; Tipo e espessura do revestimento; Posio de soldagem;

  • Num extremo a corrente de soldagemmnima utilizvel limitada pelainstabilidade do arco, quando a densidadedo arco muitoreduzida

    No outro extremo a corrente de soldagemmxima limitadapelo aquecimentoresistivo e risco de prejudicar o revestimento;

  • A intensidade de corrente parmetrodeterminante na taxa de deposio,penetrao da solda, diluio e largura doreforo do cordo para dadas condiesfixas de soldagem

  • O tipo de corrente e sua polaridade tambm afetam a forma e dimenses da poa de fuso

    *A escolha do tipo de corrente e sua polaridade depende do tipo e dimetro do eletrodo a ser utilizado.

  • Uma maneira de controlar a velocidade de resfriamento alterando avelocidade de soldagem. O que tambm pode limitar o aumento dacorrente o aquecimento excessivo do revestimento, causando assimsua degradao. Tal fator corrobora com a relevncia de sempreconsiderar a recomendao descrita pelo fabricante.

  • Uma caractersticaimportante que

    diferencia a soldagem com

    eletrodos revestidosdos demais

    processos semi-

    O controle da distncia entre o eletrodo e a pea

    realizado manualmente e nopode ser executado com

    grande preciso

    A transferncia dos glbulosno arco est associada a

    variaes considerveis no processos semi-automticos a

    tenso de arco no controlado

    independentementedos demaisparmetros:

    variaes considerveis no comprimento efetivo do arco

    (e consequntemente natenso)

    Maiores tenses sorequeridas para operaonormal, medida que a corrente de soldagem

    aumentada

  • Tenso e Comprimento do arco A tenso varia com o comprimento do arco e, na

    soldagem manual, o comprimento do arco controlado diretamente pelo soldadordependendo da habilidade e experincia deste.

    O comprimento do arco deve variar entre 0,5 O comprimento do arco deve variar entre 0,5 e 1,1 vezes o dimetro do eletrodo, masdepende basicamente de: Dimetro do eletrodo; Tipo de revestimento; Valor da corrente; Posio da soldagem

  • Velocidade de avano a segunda varivel mais importante da operao

    do processo, cabe ressaltar, que seu controle impreciso em aplicaes manuais.

    Deve ser escolhida de forma que o arco fique ligeiramente a frente da poa de fuso

    Altura e largura do cordo variam inversamente com a velocidade de avano.

  • Oscilao do eletrodo Apresenta carter intrnseco na

    soldagem, e uma das mais importantesimplicaes dessa varivel que:

    Oscilao

    Velocidadeefetiva de

    avano

    AUMENTO DA ENERGIA DE SOLDAGEM

  • ngulo do eletrodo em relao pea Normalmente ajustado no sentido de melhorar o

    fluxo trmico entre as partes soldadas, controlar obanho na poa de fuso e o formato do cordo, emparticular, a molhabilidade do lquido nas bordasdo chanfro.

    O ngulo do eletrodo uma varivel

    importante, pois podeocasionar o

    aparecimento de defeitos de cordo de

    difcil controle

  • Define-se dois ngulos do eletrodo emrelao ao eixo longitudinal do trabalho:

    Lateral trabalhoLateral trabalho

    longitudinal ataque

  • Constitudos basicamente por revestimento e alma So normalmente obtidos atravs da

    extruso, sob presso, de um extruso, sob presso, de um revestimento sobre a alma; Posteriormente passam para a etapa de

    secagem em lotes ou fornos contnuos; Finalizando processo no

    empacotamento;

  • Alma

    Suas caractersticas so definidas de acordo com as caractersticas da solda: Pequena responsabilidade: Alma obtida

    atravs de aos semi ou no acalmados; Grande responsabilidade: Alma obtida por

    aos de alta qualidade com teores de S e P abaixo de 0,04%; Estabilidade do arco: Presena reduzida de

    desoxidantes, Si e Al;

  • Revestimento

    Constituido por uma mistura de compostos minerais ou orgnicos e um aglomerante; Devem possuir um nmero de Devem possuir um nmero de

    propriedades simultneas;

  • Revestimento

    Deve prover adequada proteo gasosa, desoxidao e adio de liga; Composio qumica homognea ao longo do cordo; Operao, controle e remoo de escrias devem ser

    fceis; Depsitos livres de trincas, poros ou outros defeitos com

    bom acabamento superficial;bom acabamento superficial; Mnima quantidade de respingos; Boa estabilidade do arco; Penetrao adequada; Taxa de deposio alta; Eletrodo no deve superaquecer e gerao de odores e

    fumos deve ser mnima; Revestimento no deve ser higroscpico, deve estar

    fortemente aderente a alma e ser flexvel;

  • Revestimento

    Elementos estabilizadores: Dissociam-se no arco gerando gases com baixo potencial de ionizao; Formadores de proteo: So os que

    geram os gases como o CO, o CO2 e o hidrognio;geram os gases como o CO, o CO e o hidrognio; Escorificantes: Formam uma camada

    lquida impermevel que flutua sobre o banho sem reagir com o mesmo; Fluxantes:Possuem atividade fsica ou

    qumica e fornecem proteo contra oxidao

  • Classificao Revestimentos

    Eletrodos Celulsicos: Constitudos por mais de 20% de materiais celulsicos; Eletrodos Rutlicos: Possui mais de 20%

    de rutilo (xido de titnio TiO2); Eletrodos cidos: Baseados em xidos de Eletrodos cidos: Baseados em xidos de

    ferro e de mangans e em silicatos; Eletrodos Bsicos: Baseados no carbonato

    de clcio Eletrodos xidos: Constitudo

    principalmente por xido de ferro e mangans;

  • Eletrodos Celulsicos Sob ao do arco decompem-se segundo a

    reao:2C6H10O5 +7O2 2CO2+10H2

    produzindo forte jato plasmtico que resulta em alta penetrao Baixa taxa de deposio; Baixa taxa de deposio; Elevada tenso de arco; Escria fina e de rpida solidificao; Alta quantidade de respingos; Usualmente restrito a soldagem com CCPR devido

    baixa estabilidade do arco; Aspecto do cordo no bom, mas apresenta boas

    caractersticas mecnicas exceto pela possibilidade de fragilizao pelo hidrognio;

  • Eletrodos Rutlicos

    Alta estabilidade do arco com tenses relativamente baixas; Pode ser utilizado tanto com CC como CA; Pequena quantidade de respingos e bom

    aspecto superficial do cordo;aspecto superficial do cordo; Escria abundante, densa e de fcil

    destacabilidade, pode ter sua viscosidade controlada atravs de pequenas adies de minerais; Mdia ou baixa penetrao; Pode-se obter altas taxas de deposio

    atravs da adio de p de ferro ao revestimento;

  • Eletrodos cidos (xidos)

    Escria abundante, de carter cido e porosa facilmente destacvel; Resistncia a fissurao muito pobre; O balano da composio do eletrodo

    influencia na ductilidade e na tenacidade da junta soldada;junta soldada; Pequeno volume de respingos e gases

    gerados; Tenso de arco relativamente baixa e

    soldagem pode ser executada em CC e CA; Altas taxas de deposio e penetrao mdia; Boa aparncia.

  • Eletrodos Bsicos Mais adequado para soldas de responsabilidade,

    materiais de difcil soldabilidade, aos liga e ligas no ferrosas; Penetrao mdia e depsitos de bom aspecto

    superficial; Exige considervel habilidade do soldador para

    evitar porosidades e incluso de escrias; Requer secagem e manuteno cuidadosas

    (higroscpico); Tenses de arco elevadas, soldvel com CCPR e

    CA; Soldvel em todas as posies;

  • ABNT-EB-79

    pouca utilizao; Letra indicando tipo de ao Algarismos indicando:

    Resistncia mecnica; Resistncia mecnica; Posies de soldagem; Tipo e polaridade de corrente eltrica; Grau de penetrao; Tipo de revestimento;

  • ISO 2560

    Aumentando popularidade;

    ExxyZZaaabc(H)ExxyZZaaabc(H)

    Compulsria Opcional

  • ISO 2560

    Parte compulsria ExxyZZ: Parte E: Designa eletrodo revestido; xx: Define limites mnimos de resistncia e

    escoamento (N/mm);y: Define alongamento porcentual e a y: Define alongamento porcentual e a temperatura de ensaio para uma energia absorvida de 28J em ensaio de Charpy; ZZ: Define o tipo de revestimento;

  • ISO 2560

    Parte Opcional aaabc(H): aaa: Define eficincia normal do eletrodo em

    mltiplos de 10; b: Indica as possveis posies de soldagem;

    c: Indica o tipo de corrente, polaridade (no caso c: Indica o tipo de corrente, polaridade (no caso de CC) e tenso em aberto (no caso de CA); (H): Indica que o eletrodo deposita baixo nvel

    de hidrognio (i.e. menos de 15 ml de hidrognio para cada 100g de metal de solda)

  • Sistema Norte-Americano

    Normalizado pela AWS; Mais difundido mundialmente; Divide-se em: A5.1-81: Engloba as classes de resistncia 60 e 70 A5.5-81: Engloba as classes de resistncia de 70 a 120; A5.4-81: Classifica eletrodos para soldagem de aos A5.4-81: Classifica eletrodos para soldagem de aos

    inoxidveis; A5.13-80 e A5.21-80: Classifica eletrodo para

    revestimentos soldados; A5.6-76: Classifica eletrodos utilizados em ligas de cobre; A5.11-83: Eletrodos de nquel e suas ligas A5.15-83:Eletrodos para soldagem de ferro fundido; A5-3-80: Eletrodos para soldagem de alumnio e suas

    ligas

  • A5.1-81

    Exemplo: E7018-1 E: Indica eletrodo revestido Os dois dgitos subsequentes indicam o

    limite de resistncia (60 ou 70);limite de resistncia (60 ou 70); Os dois ltimos dgitos indicam o tipo de

    revestimento e caractersticas operatrias do eletrodo;

  • A5.5-81

    Exemplo: E70XX E: Indica eletrodo revestido Os dois dgitos subsequentes indicam o

    limite de resistncia (70 a 120);limite de resistncia (70 a 120); Os dois ltimos dgitos indicam

    composies qumicas dos depsitos;

  • A5.4-81

    Consiste da letra E no primeiro dgito; Sequncia de dgitos correspondendo a

    classificao AISI da liga; Sufixo designando o tipo de revestimento 15: Bsico Utilizado para soldagem em CCPR; 15: Bsico Utilizado para soldagem em CCPR; 16 Rutlico - Utilizado para soldagem em CCPR e

    CA em todas as posies; 17 Rutlico/slica Mesma utilizao do 16, porm

    com melhor aspecto superficial e caractersticas operacionais 25 Sintticos/bsico Utilizvel para CCPR e

    recomendvel para soldas plana e horizontal;

  • Aplicao

    Campo de aplicao mais vasto entre todos os processos de soldagem; Taxa de deposio deve ser

    maximizada e compatvel com os critrios de qualidade e segurana critrios de qualidade e segurana operacional; Tabelas baseadas na experincia

    podem ser usadas como referncia bsica na descrio de um procedimento de solda;

  • Higiene e Segurana

    Responsabilidade do projetista da fonte Limitar tenso em aberto a um mnimo

    praticvel; Promover isolamento interno adequado; Promover isolamento interno adequado; Garantir que no haver superaquecimento

    sob as condies previstas de uso; Prever dispositivos para locomoo manual

    e iamento;

  • Higiene e Segurana

    Responsabilidade do usurio: Certificar-se que a ligao eltrica est efetuada

    corretamente por um tcnico eletricista qualificado; Certificar-se do aterramento adequado; Distribuir instalao de mquinas de forma a balancear

    demanda de corrente entre as fases (instalaes com mais de uma fonte);mais de uma fonte);

    Garantir isolamento de todos os cabos; No caso de mais de um soldador trabalhar na mesma

    pea, cuidados especiais devem ser tomados; Garantir ventilao ou suprimento de ar independente ao

    soldador no caso de locais pouco ventilados. A pina de contato deve estar o mais prximo possvel da

    junta soldada e o cabo terra deve ser o mais curto possvel;