2º SEMESTRE - exer ?· VESTIBULAR UNIVAÇO – 2011 – 2º SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 1 FÍSICA…

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<ul><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 1 </p><p>FSICA </p><p> 1) Um pedao de metal XY, condutor de eletricidade com resistncia nula e comprimento 1,5 </p><p>m, se desloca sobre dois fios rgidos, tambm condutores e paralelos, com uma velocidade </p><p>constante de 15 m/s. Perpendicularmente ao plano determinado pelos fios, saindo da </p><p>folha, h um campo de induo magntica invarivel, de mdulo 8,0.10-2 T. Observa-se, </p><p>na figura, uma resistncia de 2 . </p><p>Assinale o item que corresponde ao mdulo da fora externa que move a barra XY. </p><p> a) 2,06.10-2 N; </p><p>b) 1,45.10-1 N; </p><p>c) 1,56.10-1 N; </p><p>d) 1,08.10-1 N. </p><p> 2) Dois objetos, X e Y, absorvem a mesma quantidade de calor por segundo e, por um tempo </p><p>de 20 s, o objeto X teve uma variao de temperatura medida como o triplo da sofrida pelo </p><p>corpo Y. </p><p>Supondo que, durante o processo de absoro de calor, no h mudana de estado fsico </p><p>das substncias, assinale a alternativa CORRETA. </p><p>a) O calor especfico da substncia Y o triplo do calor especfico da substncia X. </p><p>b) O calor especfico da substncia X o triplo do calor especfico da substncia Y. </p><p>c) A capacidade trmica da substncia Y o triplo da capacidade trmica da substncia X. </p><p>d) A massa da substncia X o triplo da massa da substncia Y. </p><p>2 </p><p>v </p><p>X </p><p>Y </p></li><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 2 </p><p>3) Um determinado mvel X est parado, quando passa por ele outro mvel Y, com </p><p>velocidade constante de 10 m/s. No momento da ultrapassagem, o mvel X comea o </p><p>movimento com uma acelerao constante de intensidade 0,5 m/s2, com mesma direo e </p><p>sentido da velocidade de Y. </p><p>Assinale o item que representa a intensidade da velocidade de X, quando na posio de </p><p>encontro dos dois mveis. </p><p>a) 10 m/s; </p><p>b) 20 m/s; </p><p>c) 50 m/s; </p><p>d) 30 m/s. </p><p>4) Uma bola de gelo de massa 20 kg a 0 oC lanada, rolando sobre uma superfcie horizontal </p><p>spera, com velocidade de 40 m/s. Como h atrito entre a bola e a superfcie, aps um </p><p>certo tempo, a bola entra em repouso. Admitindo-se que toda a energia cintica foi </p><p>convertida em calor, absorvido pelo gelo, assinale o item que corresponde massa de gelo </p><p>derretida pelo atrito. </p><p>Dado: 1 cal = 4 J. </p><p>Calor latente de fuso do gelo: 80g</p><p>cal. </p><p>a) 50 g </p><p>b) 48 g </p><p>c) 80 g </p><p>d) 60 g </p><p>5) Suponha que se tenha um objeto entre o centro de curvatura e o foco de um espelho </p><p>esfrico cncavo. Nessas condies, assinale a alternativa CORRETA: </p><p>a) A imagem real, invertida e menor que o objeto. </p><p>b) A imagem real, invertida e maior que o objeto. </p><p>c) A imagem virtual, invertida e maior que o objeto. </p><p>d) A imagem real, invertida e do mesmo tamanho do objeto. </p></li><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 3 </p><p>GEOGRAFIA </p><p>6) A Geografia precisa situar com preciso, na superfcie da Terra, aquilo que quer estudar e </p><p>analisar. A elaborao de documentos nasceu da necessidade de representar a forma da </p><p>Terra e dos continentes e medir as distncias entre lugares. </p><p>Analise este fragmento de imagem: </p><p> (FONTE: Instituto Geogrfico do Exrcito - 1/50.000) </p><p>A imagem representa: </p><p>a) um mapa, pois apresenta uma escala menos detalhada. </p><p>b) um mapa, pela escala numrica utilizada. </p><p>c) uma carta topogrfica, por apontar uma escala mais detalhada. </p><p>d) uma carta topogrfica, porque traz uma escala grfica pouco precisa. </p></li><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 4 </p><p>7) Examine os materiais: </p><p>Material I </p><p>Esse tipo climtico apresenta amplitudes bem maiores (nos veres a temperatura pode chegar a </p><p>22C e no inverno pode chegar a 0C, dependendo da regio), mas, a taxa de precipitao bem </p><p>distribuda ao longo do ano. </p><p>(Adaptado de: http://www.infoescola.com. Acesso em maio de 2011.) </p><p>Material II </p><p>Material III </p><p>Tais materiais referem-se ao clima: </p><p>a) polar; </p><p>b) temperado continental; </p><p>c) temperado ocenico; </p></li><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 5 </p><p>d) subpolar. </p><p>8) Observe os quadrinhos: </p><p> (FONTE: Toda Mafalda, 5. ed. So Paulo: Martins Fontes, 2000.) </p><p>Os quadrinhos registram a funcionalidade de um dos momentos marcantes na recente </p><p>histria da geopoltica mundial. Considerando-os no contexto histrico, so feitas as </p><p>seguintes referncias: </p><p>I Na segunda metade do sculo XX, vigorou uma ordem de carter bipolar e de abrangncia </p><p>mundial, em que os protagonistas se comportaram como rivais e formalizadores de </p><p>alianas, objetivando a extenso de poder poltico. </p><p>II O desenvolvimento de armas nucleares, com significativo poder de destruio, ocasionou </p><p>um titubeante equilbrio de poder, em meados do ltimo sculo, em que as divergncias </p><p>no eram resolvidas pela via de enfrentamento direto. </p><p>III No perodo histrico, enfocado de maneira implcita pelos quadrinhos, o poder </p><p>coagulava-se, sobretudo, na capacidade militar dos lderes, materializada pelos </p><p>potentes arsenais militares. </p><p>IV A rivalidade entre as potncias expressava-se, de forma latente, na adoo de polticas de </p><p>segregao racial e segregao financeira, praticada entre os seguidores de uma potncia </p><p>e de outra. </p><p>Esto CORRETAS apenas as afirmativas: </p><p>a) I e II. </p><p>b) I e IV. </p><p>c) II e III. </p></li><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 6 </p><p>d) I, II e III. </p><p>9) Considere as manchetes: </p><p>13/5/2011 11:34, Por Redao, com agncias internacionais - de Londres </p><p>Violncia no Oriente Mdio deixa 850 mortos na Sria e preocupa os russos (FONTE: http://correiodobrasil.com.br. Acesso em maio de 2011) </p><p>27/05 s 14h07 - Atualizada em 27/05 s 14h09 </p><p>G8 destinar US$ 40 bilhes democratizao nos pases rabes </p><p>(FONTE: http://www.jb.com.br. Acesso em maio de 2011) </p><p>Britnicos vo usar bombas de 900 kg contra Kadafi </p><p>Ao militar na Lbia foi autorizada em maro por uma resoluo do Conselho de Segurana da ONU </p><p>BBC Brasil | 29/05/2011 19:49 </p><p>Sobre os recentes conflitos no Oriente Mdio, CORRETO afirmar que: </p><p>a) no Egito e na Tunsia, o povo protestou e reivindicou uma passagem para a Democracia; na </p><p>Lbia, porm, no h povo em revolta e, sim, tribos em guerra civil. </p><p>b) todos os conflitos do Oriente Mdio tm natureza religiosa e tnica, recrudescendo diferenas </p><p>que remontam Antiguidade. </p><p>c) a derrubada do ditador egpcio fortaleceu o poder de partidos de direita que, imediatamente, </p><p>organizaram novos pleitos. </p><p>d) o Ocidente acompanha com apreenso os conflitos nessa regio do globo, embora no se </p><p>posicione com clareza no campo poltico. </p></li><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 7 </p><p>10) Leia o fragmento do poema seguinte: </p><p>O Caracar ecoa seu grito na mata, </p><p>E os Bem-te-vis esto a voar </p><p> um Pantanal de natureza farta, </p><p>Em imagens que por si podem falar... </p><p>Como a ona se escondendo no capo, </p><p>Mirando sagazmente, e pronta para a caar </p><p>A sucuri, que se esgueira pela vegetao, </p><p>E nas copas, esto tuiuius a cantar... </p><p>Sopra o vento num cu azul perfeito, </p><p>Trazendo a chuva, pelos lados do Paraguai </p><p>O Aquidauana vai subir o seu leito, </p><p>A enchente vai chegar, eu sei que vai... (...) </p><p>(FONTE: http://www.luso-poemas.net. Acesso em maio de 2011.) </p><p>Analise o mapa: </p><p>Uma regio uma construo social material e simblica, podendo tambm ser vista como </p><p>um espao de dominao, onde fraes do capital controlam as condies de reproduo </p><p>local, sendo uma forma de classificao do territrio legitimado. Construo social </p><p>material, pois est, quase sempre, bem delimitada fisicamente, e simblica por ser dotada </p><p>de significados subjetivos e reconhecimento social, o que possibilita a noo de unidade. </p><p>(FONTE: Cristiano Bodarte em Caf com sociologia). </p></li><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 8 </p><p>O poema faz referncia a uma regio brasileira e o mapa representa as regies </p><p>administrativas do IBGE. A consonncia entre ambos est indicada pelo algarismo: </p><p>a) 1; </p><p>b) 2; </p><p>c) 3; </p><p>d) 4. </p></li><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 9 </p><p>HISTRIA 11) Leia trecho de um documento que descreve uma cerimnia de vassalagem ocorrida na </p><p>Frana, em 1127: </p><p>(...) o conde perguntou ao futuro vassalo se queria tornar-se seu homem (...) e este </p><p>respondeu: quero; depois, estando suas mos apertadas pelas do conde, aliaram-se por um </p><p>beijo. </p><p>Houve, depois, o seguinte juramento de fidelidade: Prometo, pela minha f, ser, a partir </p><p>deste instante, fiel ao conde Guilherme e guardar-lhe, contra todos e inteiramente. </p><p>(FONTE: GANSHOLF, Franois-Louis. Que feudalismo? Lisboa, Europa-Amrica, 1976, p. 98) </p><p> De acordo com o trecho acima e a situao sociopoltica do feudalismo, podemos afirmar </p><p>que: </p><p>a) o comitatus era a dependncia estabelecida entre o clero e os nobres, e reservava s </p><p>mulheres um papel inferior e uma posio subalterna no conjunto social. </p><p>b) o colonato imps aos colonos a fixao a terra; mesmo sendo juridicamente livres, no </p><p>podiam abandon-la e submetiam-se autoridade dos grandes proprietrios rurais. </p><p>c) o poder dos suseranos que faziam parte da nica instituio existente e dirigiam-na com </p><p>elevado grau de centralizao da poca, o Estado Nacional, a fonte de todo o poder na </p><p>sociedade feudo-clerical. </p><p>d) os servos eram subordinados exclusivamente a autoridades religiosas e exerciam o trabalho </p><p>urbano, atravs do qual poderiam acumular dinheiro e ascender socialmente. </p></li><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 10 </p><p>12) Evoluo das estimativas do nmero de escravos desembarcados no Brasil ao longo do </p><p>sculo XVIII, por regio africana de origem: </p><p>O grfico acima pode indicar que: a) a importao de escravos, a partir da segunda metade do sculo XVIII, diminuiu </p><p>continuamente em razo da poltica metropolitana adotada no perodo pombalino; </p><p>b) a importao de escravos manteve-se regular durante todo o sculo XVIII, pois o </p><p>investimento feito pelos traficantes garantiu o comrcio de escravos no Brasil; </p><p>c) o crescimento das importaes de escravos, a partir da ltima dcada do sculo XVIII, pode </p><p>ser creditado ao avano do comrcio ingls no trafico de escravos; </p><p>d) o aumento das importaes de escravos, no final do sculo XVIII, deveu-se necessidade de </p><p>mo-de-obra para os trabalhos nas regies mineradoras. </p></li><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 11 </p><p>13) </p><p>Com relao a charge acima, pode-se concluir que: </p><p>a) a unificao alem, possibilitou o desenvolvimento econmico e social dos estados </p><p>germnicos, iniciado com o estabelecimento do Zollverein - liga aduaneira que favoreceu os </p><p>interesses da burguesia. </p><p>b) A unificao italiana, atendeu aos interesses de uma aristocracia rural desejosa de formar um </p><p>amplo mercado nacional para seus produtos, alicerando-se na idia do patriotismo cultural </p><p>e do nacionalismo popular. </p><p>c) a unificao italiana ocorreu, principalmente, em virtude da formao de uma identidade </p><p>coletiva baseada no idioma, na cultura e nas tradies comuns. </p><p>d) na ustria, a unificao poltica pde ultrapassar as barreiras impostas pela aristocracia </p><p>territorial, que via, no desenvolvimento industrial, o caminho da modernizao. </p></li><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 12 </p><p>14) (...) Hoje, sob minha direo, os Estados Unidos lanaram uma operao contra aquele </p><p>complexo em Abbottabad, Paquisto. Uma pequena equipe de americanos conduziu a </p><p>operao com extraordinria coragem e capacidade. Nenhum americano ficou ferido. Eles </p><p>tiveram o cuidado de evitar vtimas civis. Depois de um tiroteio, eles mataram Osama bin </p><p>Laden e assumiram a custdia de seu corpo.(...) </p><p>Devemos tambm reafirmar que os Estados Unidos no esto -- e nunca estaro -- em </p><p>guerra contra o Isl. J esclarecemos, como o presidente Bush o fez logo depois do 11/9, </p><p>que nossa guerra no contra o Isl. Bin Laden no era um lder muulmano, ele era um </p><p>assassino em massa de muulmanos. De fato, a Al Qaeda assassinou milhares de </p><p>muulmanos em vrios pases, incluindo o nosso. Por isso seu desaparecimento deve ser </p><p>bem recebido por todos que acreditam na paz e na dignidade humanas. </p><p>(Trecho do discurso do presidente dos EUA, Barack Obama, sobre o assassinato de Osama Bin Laden.) </p><p>Sobre o islamismo e o maniquesmo existentes entre os EUA e a Al Qaeda, assinale a </p><p>alternativa CORRETA: </p><p>a) os conflitos entre os norte-americanos e os fundamentalistas tm suas razes na pretenso da </p><p>ONU de organizar um Estado Palestino centralizado nos moldes do Estado de Israel. </p><p>b) todos os integrantes do fundamentalismo islmico condenaram as aes terroristas contra os </p><p>EUA e os conflitos podem ser atribudos s polticas de Osama bin Laden e da Al Qaeda. </p><p>c) no Islamismo, o cdigo moral e as normas de comportamento so definidos pelo Alcoro e a </p><p>Guerra Santa, contra o mundo ocidental, pregada por grande parte dos islmicos </p><p>fundamentalistas. </p><p>d) a runa do Imprio Islmico foi acompanhada pela desagregao da unidade religiosa, </p><p>quando ganharam fora seitas islmicas divergentes: os sunitas, partidrios de um chefe </p><p>eleito pelos crentes e os xiitas, que defendiam o ideal absolutista de Estado, admitindo o </p><p>Alcoro como a nica fonte de ensinamento religioso. </p></li><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 13 </p><p>15) A respeito do governo de Emlio Garrastazu Mdici (1969/74), considere as seguintes </p><p>afirmaes: </p><p>I - Acordo nuclear Brasil/Alemanha e o cancelamento do projeto de construo das usinas </p><p>nucleares Angra I e Angra II. </p><p>II - Lanamento do PAEG, ao lado de arrocho salarial e criao do FGTS e extino da </p><p>estabilidade no emprego, sob a administrao de Roberto Campos, ento ministro do </p><p>Planejamento. </p><p>III - Crescimento do endividamento externo e aumento da concentrao de renda, alm da </p><p>internacionalizao da economia. </p><p>IV - Anulao das disparidades regionais e diminuio dos bolses de misria, graas ao </p><p>novo acordo com o FMI, firmado ao final do governo. </p><p>V - A vitria do Brasil na Copa desviou a ateno do arrocho salarial, das prises, das </p><p>torturas e da censura imprensa. </p><p>Assinale: </p><p>a) se apenas I, II e III estiverem corretas. </p><p>b) se apenas IV e V estiverem corretas. </p><p>c) se apenas I, II e V estiverem corretas. </p><p>d) se apenas III e V estiverem corretas. </p></li><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 14 </p><p>MATEMTICA </p><p> 16) Certa empresa compra uma determinada quantidade de insumos agrcolas de pequenos </p><p>produtores e revende-os para atacadistas, obtendo um lucro de 40%. Os atacadistas, por </p><p>sua vez, revendem esses insumos para outras pessoas, obtendo lucro de 40% e essas </p><p>pessoas revendem o produto para fazendeiros com lucro de 40%. </p><p>Assinale o item que d o acrscimo no preo pago pelos fazendeiros com relao ao preo </p><p>que foi pago pelos pequenos produtores. </p><p>a) 175,5 % </p><p>b) 176,60 % </p><p>c) 177,50 % </p><p>d) 174,4 % </p><p> 17) Sejam as funes que so definidas por f (x) = 2x + 2 e g (x) = x 1, observando a funo h </p><p>(x) tal que h (x) = g (f (x)). </p><p>Determine h-1(x), que a funo inversa de h(x). </p><p>a) h-1 (x) = 2</p><p>12 x </p><p>b) h-1 (x) = 2</p><p>2x </p><p>c) h-1 (x) = x + 2 </p><p>d) h-1 (x) = 2</p><p>1x </p></li><li><p>VESTIBULAR UNIVAO 2011 2 SEMESTRE - CADERNO DE PROVAS G01 </p><p> 15 </p><p>18) O nmero de mdicos disponveis para planto, em um determinado hospital, formado </p><p>por 4 homens e 6 mulheres. Considere que o diretor desse hospital dever formar grupos </p><p>de planto, os quais sejam constitudos sempre por 06 mdicos. Entretanto, na formao </p><p>dos grupos de planto, o diretor dever observar que o nmero de mulheres no pode ser </p><p>maior que o de homens. </p><p> Retiran...</p></li></ul>