2006 Antonio Sergio Ramos Da Silva

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<ul><li><p>7/24/2019 2006 Antonio Sergio Ramos Da Silva</p><p> 1/174</p><p>UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIAESCOLA POLITCNICA</p><p>MESTRADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL URBANA</p><p>ANTNIO SRGIO RAMOS DA SILVA</p><p>AVALIAO DE DESEMPENHO DE CONCRETO CONTENDOAGREGADO GRADO DE ESCRIA DE FERRO-CROMO</p><p>Salvador</p><p>2006</p></li><li><p>7/24/2019 2006 Antonio Sergio Ramos Da Silva</p><p> 2/174</p><p>ANTNIO SRGIO RAMOS DA SILVA</p><p>AVALIAO DE DESEMPENHO DE CONCRETO CONTENDOAGREGADO GRADO DE ESCRIA DE FERRO-CROMO</p><p>Dissertao apresentada ao Mestrado de EngenhariaAmbiental Urbana da Escola Politcnica da UniversidadeFederal da Bahia como requisito parcial para obteno do</p><p>ttulo de mestre em Engenharia Ambiental Urbana.Orientador :Prof. Dr. Emerson Andrade Marques Ferreira</p><p>Salvador2006</p></li><li><p>7/24/2019 2006 Antonio Sergio Ramos Da Silva</p><p> 3/174</p><p>TERMO DE APROVAO</p><p>ANTNIO SRGIO RAMOS DA SILVA</p><p>AVALIAO DE DESEMPENHO DE CONCRETO CONTENDOAGREGADO GRADO DE ESCRIA DE FERRO-CROMO</p><p>Dissertao aprovada com requisito parcial para obteno do grau de Mestre emEngenharia Ambiental Urbana.</p><p>BANCA EXAMINADORA:</p><p>Emerson de Andrade Marques Ferreira Orientador _____________________________Doutor em Engenharia Civil, Universidade de So Paulo, USP.Universidade Federal da Bahia</p><p>Ivan Ramalho de Almeida ______________________________________________Doutor em Engenharia Civil, Universidade Tcnica de Lisboa, U.T.LISBOA, Portugal.Universidade Federal FluminenseWashington Almeida Moura ______________________________________________Doutor em Engenharia Civil (Estruturas), Universidade Federal do Rio Grande do Sul,UFRGS.Universidade Estadual de Feira de SantanaLuiz Anbal Oliveira Santos ______________________________________________Mestre em Engenharia Civil. Pontifcia Universidade Catlica do Rio de Janeiro, PUC-RJ.Universidade Federal da Bahia</p><p>Adailton Oliveira Gomes _________________________________________________Mestre em Engenharia Ambiental Urbana, Universidade Federal da Bahia, UFBA.Universidade Federal da Bahia</p><p>Salvador, 17 de maro de 2006.</p></li><li><p>7/24/2019 2006 Antonio Sergio Ramos Da Silva</p><p> 4/174</p><p>Aos meus pais, Antnio e Floracy (in memorium),um agradecimento a Deus por ter tido</p><p>a oportunidade de ser sido fruto desta unio.</p><p>A Aninha, seu amor e companheirismotem sido a base na nossa caminhada.</p><p>A Liz, Leonardo e Lucca, estas presenas iluminadas queme estimulam na caminhada da vida.</p></li><li><p>7/24/2019 2006 Antonio Sergio Ramos Da Silva</p><p> 5/174</p><p>AGRADECIMENTOS</p><p>A Deus, por tudo.</p><p>A minha famlia, meu pai, tia, irmos, irms, sobrinhos, sobrinhas, cunhados e</p><p>cunhadas pelo incentivo.</p><p>Ao Prof. Emerson de Andrade Marques Ferreira, pelo acolhimento, pela valiosa</p><p>orientao, pela convivncia agradvel e estimulante, fundamentais ao</p><p>desenvolvimento desta pesquisa.</p><p>A Universidade Federal da Bahia, Escola Politcnica, especialmente aos colegas do</p><p>Departamento de Cincia e Tecnologia dos Materiais, pelo apoio recebido nesta</p><p>jornada.</p><p>A Concreta, meu agradecimento e reconhecimento, especialmente aos EngosMinos</p><p>Trocoli de Azevedo e Vicente Mrio Visco Mattos, pelo apoio para que este trabalho</p><p>fosse realizado e concludo.</p><p>A toda equipe do Laboratrio da Concreta, especialmente Antnio Alves do Carmo,</p><p>Francisco Mota de Moraes, Jairo Cortes Arajo e Jos Tiago de Freitas Junior, pelo</p><p>constante apoio durante a realizao deste trabalho.</p><p>Aos Engenheiros, professores, ex-chefes, Jos Marclio Ladeia Vilasboas e Antnio</p><p>Freitas da Silva Filho com quem tive o grande prazer de trabalhar, meu</p><p>agradecimento pelo convvio tcnico-profissional, ensinamentos e amizade nestes</p><p>quase 20 anos de caminhada como engenheiro.</p></li><li><p>7/24/2019 2006 Antonio Sergio Ramos Da Silva</p><p> 6/174</p><p>A Rafael Mascarenhas Mota por suas contribuies tcnicas, revises, apoio,</p><p>disponibilidade e amizade durante a realizao desta dissertao.</p><p>A Marcelo Valois Vilasboas e Jlia Cavalcante Fadul pelas contribuies, auxlio e</p><p>constante disponibilidade durante o desenvolvimento desta pesquisa.</p><p>Aos Professores Adailton Oliveira Gomes, Cyble Celestino Santiago e Luiz Anbal</p><p>de Oliveira Santos pelo incentivo, importante para que pudesse chegar ao final desta</p><p>jornada, aos funcionrios Emanuel Rodrigues do Nascimento e Paulo Csar de</p><p>Jesus SantAnna pela disponibilidade e apoio na realizao de ensaios.</p><p>Ao CEPED, especialmente a EngaClia Maria Martins Neves e aos tcnicos Lus</p><p>Orlando Batista Lima e Manoel Clementino Passos pelo apoio e ajuda na realizao</p><p>de ensaios neste trabalho.</p><p>A Companhia de Ferro Ligas da Bahia FERBASA pela disponibilizao da escria</p><p>de ferro-cromo.</p><p>A Redimix, especialmente ao Eng Arnaldo Bresci Jr, pelo apoio e fornecimento dos</p><p>materiais, cimento e agregados naturais, utilizados neste trabalho.</p><p>A todos aqueles que, direta ou indiretamente, colaboraram para a realizao deste</p><p>trabalho.</p></li><li><p>7/24/2019 2006 Antonio Sergio Ramos Da Silva</p><p> 7/174</p><p> prefervel arriscar coisas grandiosasdo que formar fila com os pobres de esprito...</p><p>(Franklin Delano Roosevelt)</p><p> incrvel a fora que ascoisas tem quando elas</p><p>precisam acontecer.</p><p>(Caetano Veloso)</p></li><li><p>7/24/2019 2006 Antonio Sergio Ramos Da Silva</p><p> 8/174</p><p>RESUMO</p><p>O aproveitamento racional e tecnolgico de resduos industriais est, cada vez mais,sendo discutido em diversos pases. Os setores produtivos da construo civilprecisam viabilizar, propor e solucionar, de maneira sustentvel, a utilizao derecursos naturais, melhorando seus ciclos de produo e adequando a destinaofinal destes resduos, criando inclusive vantagens ambientais, tcnicas eeconmicas. Nesta pesquisa foi avaliado o comportamento de concretos produzidoscom escria de ferro-cromo como agregado grado, quanto ao seu de desempenhonos ensaios de permeabilidade, absoro por imerso, absoro por suco capilare absoro por capilaridade, bem como a avaliao da resistncia compressoaxial e mdulo de deformao, em comparao aos produzidos com agregadosgrados da regio de Salvador, Bahia. A partir dos resultados obtidos pode-seconcluir que os concretos produzidos com agregado grado de escria de ferro-cromo apresentaram um desempenho equivalente quando comparados com osproduzidos com agregado grado convencional.</p><p>Palavras chave: concreto. desempenho. escria de ferro-cromo. resduo.</p></li><li><p>7/24/2019 2006 Antonio Sergio Ramos Da Silva</p><p> 9/174</p><p>ABSTRACT</p><p>The rational and technological use of industrial residues have been discussed inseveral countries. The construction engineering productive sectors need to makepossible, to consider and to solve in sustainable way the use of natural resources,improving its cycles of production and adjusting the final destination of theseresidues, creating, also, environmental, technical and economical advantages. Inthis research the behavior of concrete proprieties containing iron-chromium slag as acoarse aggregate was evaluated in the tests of permeability, absorption forimmersion, absorption for capilarity suction and absorption for capillarity, as well asthe evaluation of the axial compressive strength and static elasticity modulus, in</p><p>comparison with concrete produced contain conventional coarse aggregate of theSalvador, Bahia. From the results obtained it can be concluded that the concreteproduced from iron-chromium slag as a coarse aggregate had presented anequivalent performance when comparing with to the concrete produced withconventional coarse aggregate.</p><p>Keywords: concrete. performance. iron-chromium slag. residue.</p></li><li><p>7/24/2019 2006 Antonio Sergio Ramos Da Silva</p><p> 10/174</p><p>LISTA DE FIGURAS</p><p>Figura 1 Aspectos e desafios da Construo Sustentvel............................................... 19Figura 2 Ciclo de vida dos materiais................................................................................. 20Figura 3 Aspecto da escria de aciaria solidificada e resfriada....................................... 34Figura 4 Exemplos de aplicao de escria: revestimento asfltico............................... 38Figura 5 Exemplos de aplicao de escria:pr-moldados............................................ 38Figura 6 Exemplos de aplicao de escria: lastro/sublastro.......................................... 38</p><p>Figura 7 Esquema simplificado da gerao de escrias na aciaria eltrica (FEA) e oxignio (LD) ..................................................................................................... 40</p><p>Figura 8 Escria de aciaria sendo vazada da panela diretamente na baia de escria.... 40Figura 9 Distribuio mundial das minas de cromita........................................................ 48Figura 10 Gros selecionados de escria de ferro-cromo.................................................. 52Figura 11 Localizao da FERBASA.................................................................................. 53Figura 12 Fluxograma de produo.................................................................................... 54Figura 13 Desenho esquemtico para identificao de resduos perigosos...................... 62Figura 14 Armaduras em concreto no contaminado......................................................... 78Figura 15 Tipos de corroso de armadura e fatores que os provocam.............................. 79</p><p>Figura 16 Modelo de vida til de Tuutti............................................................................... 81Figura 17 Realizao do ensaio de mdulo de elasticidade no laboratrio de EPUFBA... 89Figura 18 Esquema de montagem do ensaio de permeabilidade...................................... 93Figura 19 Relao entre profundidade de penetrao e coeficiente de permeabilidade... 94Figura 20 Realizao do ensaio de permeabilidade no laboratrio do CEPED................. 95Figura 21 Detalhe do corpo-de-prova durante o ensaio..................................................... 95Figura 22 Detalhe dos corpos-de-prova aps a ruptura por compresso diametral para</p><p>determinao da profundidade de penetrao da gua (Concreto com brita esquerda, concreto com escria direita)......................................................... 95</p><p>Figura 23 Detalhe dos corpos-de-prova aps a ruptura por compresso diametral paradeterminao da profundidade de penetrao da gua..................................... 96</p><p>Figura 24 Desenho esquemtico do ensaio de absoro por capilaridade........................ 98Figura 25 Detalhe da colocao dos corpos-de-prova durante o ensaio de absoro por</p><p>capilaridade........................................................................................................ 98Figura 26 Detalhe dos corpos-de-prova aps a ruptura por compresso diametral</p><p>(Escria a esquerda e Brita a direita)................................................................. 99Figura 27 Detalhe dos corpos-de-prova antes do ensaio de absoro por suco capilar 101Figura 28 Detalhe da balana digital e recipiente para imerso dos corpos-de-prova</p><p>antes do ensaio de absoro por suco capilar............................................... 102</p><p>Figura 29 Detalhe dos corpos-de-prova durante o ensaio de absoro por sucocapilar................................................................................................................. 102</p></li><li><p>7/24/2019 2006 Antonio Sergio Ramos Da Silva</p><p> 11/174</p><p>Figura 30 Detalhe da pesagem hidrosttica dos corpos-de-prova durante o ensaio deabsoro por suco capilar............................................................................... 102</p><p>Figura 31 Comparao entre as resistncias mdias 7 dias obtidas em corpos-de-provamoldados com escria e brita gnissica............................................................. 115</p><p>Figura 32 Comparao entre as resistncias mdias aos 7 dias obtidas em corpos-de-prova moldados com escria e brita gnissica................................................... 115</p><p>Figura 33 Comparao entre as resistncias mdias aos 28 dias obtidas em corpos-de-prova moldados com escria e brita gnissica................................................... 116</p><p>Figura 34 Comparao entre as resistncias mdias aos 28 dias obtidas em corpos-de-prova moldados com escria e brita gnissica................................................... 116</p><p>Figura 35 Comparao entre as resistncias mdias aos 63 dias obtidas em corpos-de-prova moldados com escria e brita gnissica................................................... 117</p><p>Figura 36 Comparao entre as resistncias mdias aos 63 dias obtidas em corpos-de-prova moldados com escria e brita gnissica................................................... 117</p><p>Figura 37 Comparao entre as resistncias mdias aos 90 dias obtidas em corpos-de-prova moldados com escria e brita gnissica................................................... 118</p><p>Figura 38 Comparao entre as resistncias mdias aos 90 dias obtidas em corpos-de-prova moldados com escria e brita gnissica................................................... 118</p><p>Figura 39 Comparao entre as resistncias mdias aos 365 dias obtidas em corpos-de-prova moldados com escria e brita gnissica............................................. 119</p><p>Figura 40 Comparao entre as resistncias mdias aos 365 dias obtidas em corpos-de-prova moldados com escria e brita gnissica............................................. 119</p><p>Figura 41 Comparao entre os mdulos de elasticidade mdios aos 28 dias obtidasem corpos-de-prova moldados com escria e brita gnissica 121</p><p>Figura 42 Comparao entre os mdulos de elasticidade mdios aos 28 dias obtidasem corpos-de-prova moldados com escria e brita gnissica........................... 122</p><p>Figura 43 Comparao entre as profundidades de penetrao de gua aos 28 dias</p><p>obtidas em corpos-de-prova moldados com escria e brita gnissica............... 124Figura 44 Comparao entre a absoro de gua por imerso aos 28 dias obtida emcorpos-de-prova moldados com escria e brita gnissica................................. 127</p><p>Figura 45 Comparao entre o ndice de vazios aos 28 dias obtida em corpos-de-provamoldados com escria e brita gnissica............................................................. 128</p><p>Figura 46 Comparao entre absoro de gua por capilaridade aos 28 dias de idadeobtida em corpos-de-prova moldados com escria e com brita gnissica......... 131</p><p>Figura 47 Resultados de absoro por suco capilar dos concretos com relao a/c =0,40, CPs n 1................................................................................................... 132</p><p>Figura 48 Resultados de absoro por suco capilar dos concretos com relao a/c =0,40, CPs n 2................................................................................................... 132</p><p>Figura 49 Resultados de absoro por suco capilar dos concretos com relao a/c =</p><p>0,50, CPs n 1................................................................................................... 133Figura 50 Resultados de absoro por suco capilar dos concretos com relao a/c =0,50, CPs n 2................................................................................................... 133</p><p>Figura 51 Resultados de absoro por suco capilar dos concretos com relao a/c =0,60, CPs n 1................................................................................................... 134</p><p>Figura 52 Resultados de absoro por suco capilar dos concretos com relao a/c =0,60, CPs n 2................................................................................................... 134</p><p>Figura 53 Comparao entre a taxa da absoro aos 28 dias obtida...</p></li></ul>