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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Data-Base - 31/12/2004 01768-0 BRASIL TELECOM PARTICIPAÇÕES S.A. 02.570.688/0001-70 10.01 - RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 17/05/2006 16:04:02 O colaborador é responsável pelo pagamento de 20% do total das despesas médicas faturadas, sendo o desconto em folha limitado ao teto estabelecido pelo plano de opção do titular. Nas despesas odontológicas, o colaborador contribui com 30% do total, e o desconto em folha é limitado a 20% do salário. A BrT também oferece plano de saúde alternativo, incluindo especialidades como nutrição, fisioterapia, acupuntura, psicoterapia, massagem, entre outras. Alimentação A Brasil Telecom distribui mensalmente auxílio-alimentação nas opções de cartão eletrônico para a compra de gêneros alimentícios e/ ou tíquete-restaurante para ser utilizado em estabelecimentos credenciados pelo fornecedor, de acordo com as condições estabelecidas pelo PAT - Programa de Alimentação do Trabalhador. Seguro de Vida em Grupo A BrT possui apólice de seguro de vida em grupo que garante a indenização pela vida do colaborador e de seus dependentes, com cobertura por morte natural, acidental, invalidez total por doença e invalidez total ou parcial causada por acidente. O valor da indenização por morte natural é igual a 30 vezes o salário nominal do colaborador. No caso de morte do cônjuge segurado, a indenização é igual a 15 vezes o salário nominal. Se o motivo for morte por acidente, o montante da indenização é duplicado. No caso de invalidez, o valor pode ser proporcional ou 100% da indenização coberta por morte natural. O limite do prêmio para todos os casos é de R$ 900 mil. Previdência Complementar Em 2004, a Empresa deu continuidade ao processo de reorganização previdenciária. Neste contexto, destacamos, os seguintes resultados: a aprovação pela SPC - Secretaria de Previdência Complementar da constituição da Fundação 14 de Previdência Privada e dos convênios de adesão para duas novas empresas patrocinadoras vinculadas ao grupo econômico, e a adesão de cerca de 1.750 novos participantes ativos ao BrTPrev. Ao final do ano, o patrimônio dos quatro planos de previdência complementar patrocinados pela Empresa totalizava cerca de R$ 1,2 bilhão, e contava com aproximadamente 6.400 participantes ativos e 5.450 aposentados e pensionistas. As contribuições da BrT alcançaram uma média mensal de R$ 1,7 milhão e os benefícios aos aposentados e pensionistas representaram um pagamento mensal de aproximadamente R$ 9,7 milhões. Treinamento O programa de treinamento priorizou a capacitação da força de vendas voltada para o lançamento da Brasil Telecom GSM, bem como das áreas de atendimento ao cliente, visando garantir excelência no relacionamento e satisfação do cliente. Treinamento Brasil Telecom Treinandos Horas de Treinamento Custo (R$ mil) Operação Fixa 786 31.895 3.518 Operação Móvel 553 131.847 3.014 Total 1.339 163.742 6.532 371

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  • SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Data-Base - 31/12/2004

    01768-0 BRASIL TELECOM PARTICIPAÇÕES S.A. 02.570.688/0001-70

    10.01 - RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO

    17/05/2006 16:04:02

    O colaborador é responsável pelo pagamento de 20% do total das despesas médicas faturadas, sendo o desconto em folha limitado ao teto estabelecido pelo plano de opção do titular. Nas despesas odontológicas, o colaborador contribui com 30% do total, e o desconto em folha é limitado a 20% do salário. A BrT também oferece plano de saúde alternativo, incluindo especialidades como nutrição, fisioterapia, acupuntura, psicoterapia, massagem, entre outras.

    Alimentação

    A Brasil Telecom distribui mensalmente auxílio-alimentação nas opções de cartão eletrônico para a compra de gêneros alimentícios e/ ou tíquete-restaurante para ser utilizado em estabelecimentos credenciados pelo fornecedor, de acordo com as condições estabelecidas pelo PAT - Programa de Alimentação do Trabalhador.

    Seguro de Vida em Grupo

    A BrT possui apólice de seguro de vida em grupo que garante a indenização pela vida do colaborador e de seus dependentes, com cobertura por morte natural, acidental, invalidez total por doença e invalidez total ou parcial causada por acidente. O valor da indenização por morte natural é igual a 30 vezes o salário nominal do colaborador. No caso de morte do cônjuge segurado, a indenização é igual a 15 vezes o salário nominal. Se o motivo for morte por acidente, o montante da indenização é duplicado. No caso de invalidez, o valor pode ser proporcional ou 100% da indenização coberta por morte natural. O limite do prêmio para todos os casos é de R$ 900 mil.

    Previdência Complementar

    Em 2004, a Empresa deu continuidade ao processo de reorganização previdenciária. Neste contexto, destacamos, os seguintes resultados: a aprovação pela SPC - Secretaria de Previdência Complementar da constituição da Fundação 14 de Previdência Privada e dos convênios de adesão para duas novas empresas patrocinadoras vinculadas ao grupo econômico, e a adesão de cerca de 1.750 novos participantes ativos ao BrTPrev.

    Ao final do ano, o patrimônio dos quatro planos de previdência complementar patrocinados pela Empresa totalizava cerca de R$ 1,2 bilhão, e contava com aproximadamente 6.400 participantes ativos e 5.450 aposentados e pensionistas. As contribuições da BrT alcançaram uma média mensal de R$ 1,7 milhão e os benefícios aos aposentados e pensionistas representaram um pagamento mensal de aproximadamente R$ 9,7 milhões.

    Treinamento

    O programa de treinamento priorizou a capacitação da força de vendas voltada para o lançamento da Brasil Telecom GSM, bem como das áreas de atendimento ao cliente, visando garantir excelência no relacionamento e satisfação do cliente.

    Treinamento

    Brasil Telecom Treinandos Horas de Treinamento Custo (R$ mil) Operação Fixa 786 31.895 3.518Operação Móvel 553 131.847 3.014Total 1.339 163.742 6.532

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    Com a ferramenta e-learning, que permite o treinamento à distância, foi possível disponibilizar 55 novos cursos, proporcionando a preparação dos colaboradores e parceiros em cursos de informática, produtos e serviços, tecnologias (GSM, IP e ATM), inglês, e sistemas Clarify e PeopleSoft.

    A Brasil Telecom foi reconhecida pelo segundo ano consecutivo como referência nacional em aplicação de treinamentos à distância. O prêmio é promovido pela Micropower, empresa fornecedora da solução e-learninge pela ABRH/SP - Associação Brasileira de Recursos Humanos de São Paulo.

    Saúde, Segurança e Meio Ambiente

    Em 2004, a Brasil Telecom iniciou a implantação de diversos processos com o objetivo de consolidar a Política de SSMA – Saúde, Segurança e Meio Ambiente, que é adotada por todos os seus colaboradores e empresas contratadas. Dentre os principais avanços, podemos citar os seguintes exemplos:

    • o Sistema de Gestão Integrada de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SIG) consiste na formação de times táticos e operacionais constituídos por colaboradores da BrT e das empresas contratadas, que integram a gestão de SSMA;

    • a Brasil Telecom coordenou a criação do Grupo de SSMA Telecom que conta com a participação das empresas prestadoras de serviços de telecomunicações, tanto fixas quanto móveis;

    • a Brasil Telecom desenvolveu um programa de parceria com as contratadas, objetivando melhorias na fiscalização e na padronização dos treinamentos e procedimentos de SSMA;

    • a Brasil Telecom recebeu o reconhecimento da UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas para Prevenção de DST/AIDS no Brasil) pela implantação de projeto voltado para a prevenção de DST/AIDS no local de trabalho;

    • a BrT implementou o PST - Programa de Segurança no Trânsito e o Programa de Ergonomia. Os resultados dos diversos processos já podem ser constatados em 2004. O número de dias perdidos em função de acidentes de trabalho atingiu 821 e 2.909, com colaboradores da BrT e das contratadas, respectivamente, representando redução de 34% e 44% na comparação com o exercício anterior, o que demonstra ganhos de produtividade e melhoria na saúde dos colaboradores;

    Quadro de Pessoal

    A Brasil Telecom encerrou o ano com 6.482 colaboradores próprios, um aumento de 23,1% em relação ao ano anterior, principalmente em função do início da operação plena da BrT GSM. Ao longo do ano foram 1.697 admissões e 618 desligamentos. Além disso, a BrT incorporou 17 colaboradores da Vant e 121 colaboradores da MetroRed.

    Ao final de dezembro, 881 pessoas integravam o quadro de pessoal da Brasil Telecom GSM, alocados na área comercial, novos negócios, gestão e planejamento de vendas. Nas demais áreas, a sinergia foi plenamente adotada, e a equipe da operação fixa está atendendo às necessidades da operação móvel, sem prejudicar a qualidade dos serviços prestados.

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    10.01 - RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO

    17/05/2006 16:04:02

    Quantidade de Colaboradores por Empresa

    Empresa 2004 2003 Variação

    Brasil Telecom Participações S.A. (BrTP) 6 5 20,0%

    Brasil Telecom S.A. (BrT) 5.313 5.064 4,9%

    BrT Serviços de Internet S.A. (BrTSI) 50 22 127,3%

    Brasil Telecom GSM (BrT GSM) 881 71 1.140,8%

    Grupo BrT Cabos Submarinos 23 23 0,0%

    Ibest 71 80 -11,3%

    MetroRed 121 0 -

    Vant 17 0 -

    Total 6.482 5.265 23,1%

    Com relação à distribuição por função, a principal alteração no quadro de pessoal próprio em relação a 2003 esteve relacionada às áreas de marketing e vendas que teve seu quadro ampliado em 69,3%. Também as áreas de tecnologia da informação, geral e administrativa contrataram pessoal para suportar o lançamento da BrT GSM.

    Do total de 6.482 colaboradores, 107 estavam licenciados ao final de 2004, não fazendo parte da força de trabalho efetiva da Brasil Telecom. Deve-se destacar o esforço desenvolvido para reduzir o número de licenciados, obtendo-se com isso uma diminuição na ordem de 26% no efetivo específico em relação a 2003.

    Quantidade de Colaboradores por Função

    Função 2004 2003 Variação

    Marketing e Vendas 2.045 1.208 69,3%

    Centrais de Atendimento 425 404 5,2%

    Rede 2.186 2.084 4,9%

    Expansão 543 546 -0,5%

    Operação 1.643 1.538 6,8%

    Tecnologia da Informação 514 424 21,2%

    Geral e Administrativa 1.205 1.001 20,4%

    Gestão Corporativa 269 242 11,2%

    Materiais e Serviços 250 229 9,2%

    Recursos Humanos 113 100 13,0%

    Financeiro 573 430 33,3%

    Licenciados 107 144 -25,7%

    Total 6.482 5.265 23,1%

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    10.01 - RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO

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    Perfil dos Empregados

    Distribuição por Faixa Etária

    A idade média da força de trabalho da Brasil Telecom reduziu de 37 para 36 anos em 2004, conforme pode ser observado no quadro abaixo:

    Distribuição por Faixa Etária

    Faixa Etária 2004 % 2003 % Variação Relativa

    Até 22 anos 215 3,3% 122 2,3% 1,0 p.p.

    De 23 a 27 anos 1.256 19,4% 814 15,5% 3,9 p.p.

    De 28 a 32 anos 1.318 20,3% 947 18,0% 2,3 p.p.

    De 33 a 37 anos 1.038 16,0% 835 15,9% 0,1 p.p.

    De 38 a 42 anos 858 13,2% 838 15,9% -2,7 p.p.

    De 43 a 47 anos 883 13,6% 924 17,5% -3,9 p.p.

    De 48 a 52 anos 702 10,8% 616 11,7% -0,9 p.p.

    De 53 a 57 anos 183 2,8% 150 2,8% 0,0 p.p.

    Acima de 58 anos 29 0,4% 19 0,4% 0,0 p.p.

    Total 6.482 100% 5.265 100% -

    Idade Média 36 anos 37 anos

    Distribuição por Tempo de Serviço

    A ampliação de quadro, decorrente de novas contratações ou em função da aquisição de novas empresas, esteve concentrada em três faixas específicas: colaboradores com até dois anos de serviço, colaboradores com tempo de serviço entre 3 a 5 anos e colaboradores com tempo de serviço entre 6 a 10 anos no Grupo. Dessa forma, o tempo médio de serviço na Brasil Telecom foi reduzido de 11 anos em 2003 para 9 anos em 2004.

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    10.01 - RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO

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    Distribuição por Tempo de Serviço

    Tempo de Serviço 2004 % 2003 % Variação Relativa

    Até 2 anos 2.411 37,2% 1.443 27,4% 9,8 p.p.

    De 3 a 5 anos 1.283 19,8% 919 17,5% 2,3 p.p.

    De 6 a 10 anos 742 11,4% 781 14,8% -3,4 p.p.

    De 11 a 15 anos 361 5,6% 365 6,9% -1,3 p.p.

    De 16 a 20 anos 505 7,8% 536 10,2% -2,4 p.p.

    De 21 a 25 anos 578 8,9% 741 14,1% -5,2 p.p.

    De 26 a 30 anos 529 8,2% 437 8,3% -0,1 p.p.

    Acima de 31 anos 73 1,1% 43 0,8% 0,3 p.p.

    Total 6.482 100% 5.265 100% -

    Tempo Médio 9 anos 11 anos

    Distribuição por Sexo

    A Brasil Telecom possuía 2.136 mulheres trabalhando na Empresa, o que representava 33,0% da força de trabalho ao final de 2004. Daquele total, 98 mulheres ocupavam cargos de chefia, significando 16,7% do total de líderes da organização, permanecendo estável em relação a 2003.

    Distribuição por Sexo

    Sexo 2004 % 2003 % Variação Relativa

    Masculino 4.346 67,0% 3.648 69,3% -2,3 p.p.

    Feminino 2.136 33,0% 1.617 30,7% 2,3 p.p.

    Total 6.482 100% 5.265 100% -

    Distribuição por Grau de Instrução

    O quadro seguinte demonstra que 58,6% do quadro de pessoal da Brasil Telecom possuíam nível superior em 2004, contra 55,9% no ano anterior.

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    Distribuição por Grau de Instrução

    Grau de Instrução 2004 % 2003 % Variação Relativa

    1º Grau Incompleto 27 0,4% 31 0,6% -0,2 p.p.

    1º Grau Completo 31 0,5% 39 0,7% -0,2 p.p.

    2º Grau Incompleto 42 0,6% 42 0,8% -0,2 p.p.

    2º Grau Completo 1.425 22,0% 1.391 26,4% -4,4 p.p.

    Superior Incompleto 1.160 17,9% 823 15,6% 2,3 p.p.

    Superior Completo 2.971 45,8% 2.269 43,1% 2,7 p.p.

    Especialização 744 11,5% 598 11,4% 0,1 p.p.

    Mestrado/Doutorado/Pós-doutorado 82 1,3% 72 1,4% -0,1 p.p.

    Total 6.482 100% 5.265 100% -

    Portadores de Deficiência Física e Reabilitados

    Considerando os empregados próprios, a Brasil Telecom encerrou o ano de 2004 com 107 portadores de deficiência e reabilitados, contra 118 no ano anterior.

    Terceiros

    As empresas que prestam serviços para a Brasil Telecom, nas áreas de centrais de atendimento, manutenção e operação das plantas interna e externa, limpeza, vigilância, segurança empresarial e manutenção de sistemas de informações, empregavam aproximadamente 26.650 pessoas ao final de 2004.

    DVA

    O valor adicionado a distribuir pela Brasil Telecom em 2004 totalizou R$ 8.972,2 milhões, superando em 12,1% o registrado no ano anterior. As principais alterações em relação à distribuição do valor adicionado podem ser resumidas em:

    • aumento de 43,7% nos dividendos/JSCP distribuídos, refletindo o compromisso da Brasil Telecom com os seus acionistas;

    • aumento de 23,3% na parcela referente ao governo; • aumento de 10,0% na parcela referente a salários, decorrente do maior número de funcionários

    trabalhando no Grupo decorrente das aquisições de empresas realizadas ao longo de 2004.

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    10.01 - RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO

    17/05/2006 16:04:02

    Demonstração do Valor Adicionado Consolidado – DVA

    R$ milhões 2004 2003

    (+) Receitas 12.625,5 140,7% 10.904,3 136,3%

    Receitas de serviços 12.693,8 141,5% 11.077,4 138,3%

    Outras receitas 462,1 5,2% 244,7 3,1%

    Descontos, provisões e perdas com contas a receber (530,3) -5,9% (417,7) -5,2%

    (-) Insumos adquiridos de terceiros (4.273,6) -47,6% (3.294,1) -41,1%

    Materiais (208,7) -2,3% (89,8) -1,1%

    Serviços (4.010,9) -44,7% (3.154,6) -39,4%

    Outras destinações a terceiros (54,0) -0,6% (49,7) -0,6%

    (=) Valor adicionado 8.352,0 93,1% 7.610,2 95,0% Valor adicionado de terceiros (receitas financeiras, equivalência

    patrimonial e dividendos recebidos) 620,2 6,9% 396,7 5,0%

    (=) Valor adicionado a distribuir 8.972,2 100,0% 8.007,0 100,0%

    (=) Distribuição do Valor Adicionado (8.972,2) -100,0% (8.007,0) -100,0% (+) Remuneração pelo trabalho (salários, adicionais e benefícios) (420,6) -4,7% (382,3) -4,8%

    (+) Governo (impostos, contribuições, taxas e previdência social) (4.000,0) -44,6% (3.245,4) -40,5%

    (+) Rentistas (juros, aluguéis, arrendamento) (1.302,2) -14,5% (1.323,0) -16,5%

    (+) Acionistas (dividendos/lucro remanescente) (436,9) -4,9% (304,0) -3,8% (+) Participações minoritárias (102,4) -1,1% 92,1 1,2%

    (+) Valor retido (depreciação, amortização e lucros retidos) (2.710,1) -30,2% (2.844,3) -35,5%

    A Administração

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    11.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

    17/05/2006 16:04:12

    NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

    Exercícios Findos em 31 de dezembro de 2004 e 2003 (Em milhares de Reais)

    1. CONTEXTO OPERACIONAL

    A Brasil Telecom Participações S.A. (“Companhia”) é uma sociedade por ações, de capital aberto, constituída de acordo com o artigo 189 da Lei nº 9472/97 – Lei Geral das Telecomunicações, como parte do processo de cisão da TELEBRÁS, cujo protocolo e justificação da cisão foi aprovado em 22 de maio de 1998 em assembléia de acionistas.

    A Companhia tem por objeto social exercer o controle de sociedades exploradoras de serviços públicos de telefonia fixa na Região II do Plano Geral de Outorgas (“PGO”) aprovado pelo Decreto nº 2.534, de 02 de abril de 1998. Tal controle é exercido através da Brasil Telecom S.A., que é uma concessionária responsável pelo Serviço Telefônico Fixo Comutado (“STFC”) na Região II do PGO. Adicionalmente, a Companhia pode participar do capital de outras sociedades.

    A Companhia é registrada na Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) e na Securities and Exchange Commission (“SEC”) dos EUA, tendo suas ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (“BOVESPA”), onde também integra o Nível 1 de Governança Corporativa, e seus ADR`s na Bolsa de Valores de Nova Iorque (“NYSE”).

    O controle da Companhia é exercido pela SOLPART Participações S.A. (“SOLPART”), correspondendo, na data de encerramento do balanço, a 51,00% do capital votante e 18,99% do capital total.

    Controladas Diretas da Companhia

    a. Brasil Telecom S.A.

    A Brasil Telecom S.A. é uma concessionária responsável pelo STFC na Região II do PGO, que abrange os Estados do Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal. Nessa área de 2.859.375 quilômetros quadrados, que corresponde a 34% do Território Nacional, a Brasil Telecom S.A. presta desde julho de 1998 o STFC, nas modalidades local e de longa distância nacional intra-regional.

    Com o reconhecimento da ANATEL quanto ao cumprimento antecipado, pela Brasil Telecom S.A., das obrigações de universalização constantes do Plano Geral de Metas de Universalização (“PGMU”), exigidas para 31 de dezembro de 2003, formalizado por meio dos Atos publicados no Diário Oficial da União do dia 19 de janeiro de 2004, a Brasil Telecom S.A., suas controladoras, controladas e coligadas, ficaram liberadas para obter autorizações de exploração de novos serviços de telecomunicações. No próprio dia 19 de janeiro de 2004, a ANATEL expediu Autorizações à Brasil Telecom S.A. para a exploração do STFC nas seguintes modalidades de serviços: (i) Local e Longa Distância Nacional nas Regiões I e III e Setores 20, 22 e 25 da Região II do Plano Geral de Outorgas (“PGO”); e (ii) Longa Distância Internacional, nas Regiões I, II e III do PGO. Em decorrência dessas autorizações, a Controlada passou a explorar os serviços de Longa Distância Nacional e Longa Distância Internacional em todas as Regiões I, II e III, a partir de 22 de janeiro de 2004. No caso do Serviço Local, nas novas regiões e setores do PGO, conforme estabelece a regulamentação, o prazo

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    para a Controlada iniciar as operações era de 12 meses, contados a partir da data da referida autorização. Em 2004 não houve atuação de tal modalidade nessas regiões, sendo que este serviço passou a ser ofertado a partir de 19 de janeiro de 2005.

    As informações referentes às metas de qualidade e universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado de sua Controlada estão disponíveis para acompanhamento dos interessados na página eletrônica da ANATEL, no site www.anatel.gov.br.

    b. Nova Tarrafa Participações Ltda. e Nova Tarrafa Inc.

    A Companhia também detém o controle da Nova Tarrafa Participações Ltda. (“NTP”) e da Nova Tarrafa Inc. (“NTI”), sendo que esta última até o primeiro trimestre do exercício anterior representava um investimento minoritário. O objeto social da NTP e da NTI é a participação no capital da Internet Group (Cayman) Limited (“IG Cayman”), que se dedica à prestação de acesso à Internet. Em 24 de novembro de 2004, o IG Cayman passou a fazer parte do grupo de controle da Companhia, com a aquisição de participações societárias pela Brasil Telecom Subsea Cable Systems (Bermuda) Ltd., uma sociedade indiretamente controlada.

    A participação da NTP e NTI no IG Cayman na data de encerramento do balanço representava 9,25% e 0,16%, respectivamente.

    Controladas Indiretas da Companhia

    A controlada Brasil Telecom S.A. possui o controle das seguintes sociedades:

    a. 14 Brasil Telecom Celular S.A.

    A 14 Brasil Telecom Celular S.A. (“BrT Celular”) é uma subsidiária integral constituída em dezembro de 2002 para atuar na prestação do Serviço Móvel Pessoal (“SMP”), tendo autorização para atender a mesma área de cobertura em que a Brasil Telecom S.A. opera o STFC. No decorrer do quarto trimestre de 2004 a BrT Celular concluiu seu processo de implantação, passando da fase pré-operacional ao início de suas operações comerciais.

    b. BrT Serviços de Internet S.A.

    A BrT Serviços de Internet S.A. (“BrTI”) é uma subsidiária integral constituída em outubro de 2001, atuando na prestação de serviços de internet e atividades correlatas desde o início de 2002, quando entrou em operação.

    No decorrer do segundo trimestre de 2003 a Brasil Telecom Serviços de Internet S.A. realizou investimentos em participações de capital, como sócia ou quotista, passando a ter o controle das seguintes sociedades:

    (i) Grupo BrT Cabos Submarinos (ex-GlobeNet)

    Este grupo de empresas opera através de um sistema de cabos submarinos de fibra ótica, com pontos de conexão nos Estados Unidos, Ilhas Bermudas, Venezuela e Brasil, permitindo o tráfego de dados através de pacotes de serviços integrados, oferecidos a clientes corporativos nacionais e internacionais. É composto das seguintes sociedades:

    • Brasil Telecom Cabos Submarinos do Brasil (Holding) Ltda. (“BrT CSH”): sociedade adquirida pela BrTI em 11 de junho de 2003, como parte do programa de compra do Grupo GlobeNet.

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    • Brasil Telecom Cabos Submarinos do Brasil Ltda. (“BrT CS Ltda.”): sociedade adquirida pela BrTI em 11 de junho de 2003, na qual exerce o controle direto e o controle total em conjunto com a BrT CSH, sendo mais uma parte do programa de compra do Grupo GlobeNet.

    • Brasil Telecom Subsea Cable Systems (Bermuda) Ltd. (“BrT SCS Bermuda”): sociedade constituída pelas leis de Bermudas, cuja transferência de recursos pela BrTI para integralização de capital ocorreu em 30 de maio de 2003, sendo também parte integrante do programa de compra do Grupo Globenet. A BrT SCS Bermuda, por sua vez, detém o total das ações da Brasil Telecom of America Inc. e da Brasil Telecom de Venezuela, S.A.

    Em novembro de 2004 a Brasil Telecom S.A. integralizou aportes de capital na BrT SCS Bermuda, passando a ter o controle direto dessa sociedade, com a participação de 74,16% no capital ordinário e total.

    Grupo IG

    A BrT SCS Bermuda adquiriu em 24 de novembro de 2004 participações societárias que lhe conferem o controle da sociedade Internet Group (Cayman) Limited (“IG Cayman”), sociedade constituída nas Ilhas Caimãs, sendo que na data de encerramento do balanço a participação total era de 63,2%. A IG Cayman é uma holding que detém, por sua vez, o controle das sociedades Internet Group do Brasil Ltda. (“IG Brasil”) e Central de Serviços Internet Ltda., ambas estabelecidas no Brasil.

    O Grupo IG iniciou suas atividades em janeiro de 2000 e sua operação baseia-se no provimento de acesso discado à Internet tendo, inclusive, destaque para seu portal de internet móvel relacionado à telefonia celular no Brasil. Também provê serviços de valor agregado de acesso em banda larga ao seu portal e hospedagem de páginas na Internet e outros serviços no mercado de Internet.

    (ii) Grupo iBest

    O Grupo iBest concentra suas operações no provimento de acesso discado à Internet, venda de espaço publicitário para divulgação em seu portal e serviço de valor agregado com a disponibilização de seu acelerador de acesso à Internet.

    A BrTI mantinha desde fevereiro de 2002 uma participação minoritária na iBest Holding Corporation (“IHC”), sociedade constituída nas Ilhas Caimãs. No mês de junho de 2003 a BrTI adquiriu o controle do Grupo iBest, formado pelas principais sociedades: (i) iBest Holding Corporation; (ii) iBest S.A.; (iii) Febraio S.A.; e (iv) Freelance S.A. No mês de maio de 2004, através de um processo de reorganização societária a Freelance S.A. incorporou integralmente a Febraio S.A., a iBest S.A. e uma sociedade controlada desta, denominada Mail BR Comunicação Ltda. A Freelance S.A. passou a deter a marca iBest, sendo a principal sociedade desse Grupo.

    c. MTH Ventures do Brasil Ltda.

    A Brasil Telecom S.A. adquiriu em 13 de maio de 2004 a parte restante de 80,1% do capital votante da MTH Ventures do Brasil Ltda. (“MTH”) que, por sua vez, detém 100% do capital da MetroRED Telecomunicações Ltda. (“MetroRED”). Esta é provedora de serviços de rede privada de telecomunicações através de redes digitais de fibra ótica em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte e rede de longa distância conectando esses centros comerciais metropolitanos. Também possui um centro de soluções de Internet em São Paulo, que oferece serviços de co-location, hosting e demais serviços de valor agregado.

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    d. Vant Telecomunicações S.A.

    A Vant Telecomunicações S.A. (“VANT”), cuja aquisição dos 80,1% restantes do capital social também ocorreu em 13 de maio de 2004, é uma empresa provedora de serviços de rede corporativos. Fundada em outubro de 1999, inicialmente com foco em rede TCP/IP, a VANT atua em todo o território nacional, com presença nas principais capitais brasileiras, oferecendo produtos de voz e dados.

    e) Outras Sociedades Prestadoras de Serviços

    Foram adquiridas ao final de 2004 as sociedades Santa Bárbara dos Pampas S.A., Santa Bárbara dos Pinhais S.A., Santa Bárbara do Cerrado S.A. e Santa Bárbara do Pantanal S.A. Tais sociedades, que na data de encerramento do exercício não estavam em operação, têm como objeto a prestação de serviços em geral abrangendo, dentre outras, as atividades de administração de imóveis ou ativos.

    2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

    Critérios de Elaboração

    As demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com os padrões adotados no Brasil, de conformidade com a legislação societária, normas da CVM e normas aplicáveis às concessionárias do Serviço Telefônico Fixo Comutado.

    A Companhia, por estar registrada na SEC, está sujeita às suas normas, devendo elaborar anualmente demonstrações financeiras e outras informações utilizando critérios que atendam aos requisitos daquela entidade. No enquadramento a tais requisitos e visando atender às necessidades informativas do mercado, a Companhia adota como princípio a divulgação simultânea das informações nos dois mercados e nos respectivos idiomas.

    As notas explicativas às demonstrações financeiras estão apresentadas em milhares de reais, exceto quando estiver evidenciado de outra forma. Apresentam, de acordo com a situação, informações relativas à Companhia e às demonstrações consolidadas, sendo identificadas como “CONTROLADORA” e “CONSOLIDADO”, respectivamente. Quando as informações são comuns às duas situações, estão indicadas como “CONTROLADORA E CONSOLIDADO”.

    As estimativas contábeis foram baseadas em fatores objetivos e subjetivos, com base no julgamento da administração para determinação do valor adequado a ser registrado nas demonstrações financeiras. Itens significativos sujeitos a estas estimativas e premissas incluem o valor residual do ativo imobilizado, provisão para créditos de liquidação duvidosa, estoques, imposto de renda e contribuição social diferidos, provisão para contingências, valorização de instrumentos financeiros, e ativos e passivos relacionados a benefícios a empregados. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores significativamente divergentes devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A administração da Companhia revisa as estimativas e premissas pelo menos trimestralmente.

    Demonstrações Financeiras Consolidadas

    A consolidação foi elaborada de acordo com a Instrução CVM n° 247/96 e inclui as sociedades citadas na nota nº 1.

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    Entre os principais procedimentos de consolidação estão:

    • Eliminação dos saldos das contas de ativos e passivos entre as empresas consolidadas, assim como as receitas e despesas das transações entre elas.

    • Eliminação dos saldos das contas de investimento e correspondentes participações no capital, reservas e resultados acumulados entre as sociedades consolidadas.

    • Segregação das parcelas do patrimônio líquido e do resultado pertencentes aos acionistas minoritários, indicadas em itens específicos.

    A conciliação do lucro líquido e do patrimônio líquido pertencentes à Controladora e ao Consolidado está apresentada a seguir:

    LUCRO LÍQUIDO PATRIMÔNIO LÍQUIDO

    2004 2003 2004 2003 CONTROLADORA 268.268 144.166 6.136.057 6.148.387 Registros efetuados no Patrimônio Líquido da Controlada Doações e Subvenções para Investimentos e Outros (19.539) (2.520) - - Juros Capitalizados na Controlada 3.493 3.493 (7.567) (11.060) CONSOLIDADO 252.222 145.139 6.128.490 6.137.327

    Demonstrações dos Fluxos de Caixa

    A Companhia está apresentando como informações suplementares, a demonstração dos fluxos de caixa preparados de acordo com a Norma e Procedimento de Contabilidade - NPC nº 20, do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (“IBRACON”).

    Relatório por Segmento

    A Companhia está apresentando, complementarmente na nota nº 41, o relatório por segmento de negócio. Um segmento é um componente identificável da sociedade, destinado à prestação de serviços (segmento de negócio), ou fornecimento de produtos e serviços o qual esteja sujeito a riscos e remunerações que são diferentes daqueles outros segmentos.

    3. RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS

    Os critérios mencionados abaixo referem-se a práticas adotadas pela Companhia e por suas controladas que estão refletidas no balanço consolidado.

    a. Caixa e Equivalentes a Caixa: Os equivalentes a caixa são investimentos temporários de alta liquidez, com vencimento imediato. Estão registrados ao custo, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço e não superam o valor de mercado. As quotas de fundos de investimentos estão valorizadas pelo valor da quota em 31 de dezembro de 2004.

    b. Contas a Receber de Serviços: As contas de créditos com usuários dos serviços de telecomunicações estão registradas pelo valor da tarifa ou do serviço na data da sua prestação. As contas a receber de serviços incluem

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    créditos por serviços prestados e não faturados até a data do balanço. As contas a receber decorrentes da comercialização de aparelhos celulares e acessórios estão registradas pelos valores das vendas realizadas. O critério adotado para constituição da provisão de créditos de liquidação duvidosa considera a apuração dos percentuais de perdas reais ocorridas em cada faixa de vencimento de contas a receber. Os percentuais históricos são aplicados às faixas atuais de contas a receber, incluindo também as contas a vencer, bem como a parcela a faturar, constituindo assim o montante que poderá se transformar em perda futura, sendo registrado contabilmente a título de provisão.

    c. Estoques de Materiais: Estão demonstrados pelo custo médio de aquisição, os quais não excedem ao custo de reposição. Os estoques são segregados em expansão da planta, manutenção da planta e também, com relação às demonstrações consolidadas, estoques de mercadorias para revenda representados principalmente por aparelhos celulares, acessórios e cartões eletrônicos – chips. Os estoques destinados à expansão estão classificados no imobilizado (obras em andamento), os estoques destinados à manutenção são classificados no ativo circulante e realizável a longo prazo, de acordo com o prazo em que serão utilizados, e os estoques destinados para revenda estão classificados no ativo circulante, cuja composição está demonstrada na nota nº 20. Para os estoques considerados obsoletos são registradas provisões para perdas e para os aparelhos celulares e acessórios a controlada BrT Celular registra ajustes aos preços de comercialização praticados na data de encerramento do balanço, nos casos em que as aquisições foram realizadas por valores superiores.

    d. Investimentos: Os investimentos em sociedades controladas foram avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Os ágios registrados foram apurados com base na expectativa de resultados futuros e sua amortização está relacionada ao volume de realização e tempo projetados, não excedendo ao período de dez anos. Os outros investimentos são registrados pelo custo de aquisição, deduzido de provisão para perdas prováveis, quando aplicável. Os investimentos resultantes de aplicações em incentivos fiscais de imposto de renda são reconhecidos quando efetivadas as aplicações e resultam em ações de empresas incentivadas ou quotas de fundos de investimentos. No período compreendido entre a aplicação e o recebimento de ações ou quotas dos fundos, permanecem registrados no ativo realizável a longo prazo. A Companhia tem por critério utilizar o percentual máximo de destinação do tributo. Periodicamente esses investimentos são avaliados e o resultado da comparação entre o seu custo original e o de mercado, quando este for menor, resulta na formação de provisões para perdas prováveis.

    e. Imobilizado: O imobilizado está demonstrado pelo custo de aquisição e/ou construção, deduzido da depreciação acumulada. Os encargos financeiros decorrentes de obrigações que financiam bens e obras enquanto em construção são capitalizados.

    Os gastos incorridos que representam melhorias (aumento da capacidade instalada ou da vida útil) são capitalizados. Os gastos com manutenção e reparo são debitados ao resultado, respeitando-se o regime de competência.

    A depreciação é calculada pelo método linear. As taxas de depreciação utilizadas estão de acordo com a expectativa de vida útil dos bens e de conformidade com as normas do Serviço Público de Telecomunicações. As principais taxas aplicadas estão demonstradas na nota nº 26.

    f. Diferido: Está segregado entre diferido em amortização e em formação e sua composição está demonstrada na nota nº 27. A amortização é calculada pelo método linear, pelo prazo de cinco anos, de acordo com as normas em vigor. Quando identificado que o ativo não produz mais benefícios, ocorre a baixa contra o resultado não operacional.

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    g. Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro: O imposto de renda da pessoa jurídica e a contribuição social sobre o lucro são contabilizados pelo regime de competência. Os tributos mencionados atribuíveis a diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social são registrados no ativo ou passivo, conforme o caso, somente no pressuposto de realização ou exigibilidade futura, dentro dos parâmetros estabelecidos na Instrução CVM nº 371/02.

    h. Empréstimos e Financiamentos: Estão atualizados pelas variações monetárias e/ou cambiais e juros incorridos até a data do balanço. Idêntica atualização é aplicada aos contratos de garantia para cobertura da dívida (hedge).

    i. Provisões para Contingências: As provisões para contingências são constituídas mediante avaliações de seus riscos e quantificadas com fundamentos econômicos e em pareceres jurídicos sobre os processos e outros fatos contingenciais conhecidos na data do balanço. Os fundamentos e as naturezas das provisões estão descritos na nota nº 7.

    j. Reconhecimento das Receitas: As receitas de serviços são reconhecidas quando estes são prestados. As ligações locais e de longa distância são tarifadas pelo processo de medição por tempo conforme legislação em vigor. As receitas provenientes da venda de cartões indutivos (Telefonia de Uso Público – TUP), aparelhos celulares e seus acessórios são registradas no ato da venda. Para os serviços pré-pagos vinculados à telefonia celular a receita é reconhecida de acordo com a utilização dos serviços. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa na sua realização.

    k. Reconhecimento das Despesas: As despesas são contabilizadas pelo regime de competência, obedecendo a sua vinculação com as realizações das receitas. As despesas que competem a outros exercícios são diferidas.

    l. Receitas (Despesas) Financeiras Líquidas: As receitas financeiras representam os juros auferidos sobre contas a receber liquidadas após o vencimento, os ganhos com aplicações financeiras e os ganhos com hedge,quando incorridos. As despesas financeiras representam os juros incorridos e os demais encargos com empréstimos, financiamentos e outras transações financeiras.

    Os juros sobre capital próprio creditados compõem o saldo das despesas financeiras, sendo que para fins de apresentação os valores registrados são revertidos contra o resultado do exercício e reclassificados como dedução de lucros acumulados, no patrimônio líquido.

    m. Pesquisa e Desenvolvimento: Os gastos com pesquisa e desenvolvimento são registrados em despesas quando incorridos, exceto os gastos com projetos vinculados à geração de receitas futuras, os quais são registrados no ativo diferido e amortizados no período de cinco anos a partir do início das operações.

    n. Benefícios a Empregados: Os planos de previdência privada e outros benefícios de aposentadoria patrocinados pela Companhia e suas Controladas a seus empregados, são administrados pelas Fundações SISTEL e FBrTPREV. As contribuições são determinadas atuarialmente, quando aplicável, e contabilizadas pelo regime de competência. Em 31 de dezembro de 2001, conforme a Deliberação da CVM nº 371/00, a controlada Brasil Telecom S.A. efetuou a contabilização do déficit atuarial existente naquela data, contra o patrimônio líquido, excluído dos efeitos tributários correspondentes. A partir de 2002, na medida em que novas reavaliações atuariais determinem a necessidade de ajustes à provisão, os mesmos são reconhecidos contra o resultado do exercício, de acordo com a citada deliberação da CVM. Informações complementares aos planos de previdência privada estão descritas na nota nº 6.

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    o. Participações no Resultado: A provisão para participação de empregados nos resultados é constituída de acordo com a competência. A determinação do montante, que é pago no ano seguinte ao do registro da provisão, considera o programa de metas estabelecido junto ao sindicato da categoria, através de acordo coletivo de trabalho, em consonância com a Lei nº 10.101/00 e com o estatuto social.

    p. Lucro por mil ações: O lucro por mil ações é calculado com base na quantidade de ações em circulação na data de encerramento do balanço patrimonial, a qual é representada pela totalidade das ações emitidas, subtraída das ações em tesouraria.

    4. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS

    As transações com partes relacionadas referem-se a operações da Companhia com as controladas Brasil Telecom S.A., Nova Tarrafa Participações Ltda. e Nova Tarrafa Inc.

    As operações entre a Companhia e as partes relacionadas são realizadas a preços e condições usuais de mercado. As principais transações realizadas são as seguintes:

    Brasil Telecom S.A.

    Dividendos/Juros Sobre o Capital Próprio: a Controlada em 2004 creditou JSCP à Companhia no valor de R$ 294.395 (R$ 162.425 em 2003). O saldo deste ativo, líquido de imposto de renda na fonte, é de R$ 250.236 (R$ 138.062 em 3l/12/03).

    Mútuos com a Controlada: O saldo ativo é originário da cisão da Telebrás e está indexado à variação cambial, à qual são acrescidos juros de 1,75% ao ano, somando o montante de R$ 74.523 (R$ 89.653 em 31/12/03). A perda financeira reconhecida contra o resultado em 2004 foi de R$ 4.820, devida à queda da cotação do dólar norte-americano (R$ 18.965 de perda financeira em 2003).

    Debêntures: Em 27 de Janeiro de 2001, a Controlada emitiu 1.300 debêntures privadas não conversíveis ou permutáveis em ações de qualquer espécie ao preço unitário de R$ 1.000, no valor total de R$ 1.300.000, com o objetivo de financiar parte do seu programa de investimentos. O total dessas debêntures foi adquirido pela Companhia. O saldo do valor nominal das debêntures será realizado em duas parcelas equivalentes a 30% e 40% com vencimentos em 27/07/05 e 27/07/06, respectivamente. A remuneração das debêntures equivale a 100% do CDI, recebidos semestralmente. O saldo deste ativo é de R$ 972.006 (R$ 1.408.190 em 31/12/03) e os rendimentos reconhecidos contra o resultado em 2004 representaram R$ 175.956 (R$ 286.911 em 2003).

    Despesas e Valores a Receber: resultantes de transações relacionadas a utilização de instalações e apoio logístico. O saldo a receber é de R$ 184 (R$ 157 a receber, em 31/12/03) e os valores contabilizados contra o resultado em 2004 estão representados por despesas operacionais de R$ 2.933 (R$ 2.301 em 2003).

    5. VALOR DE MERCADO DOS ATIVOS E PASSIVOS FINANCEIROS (INSTRUMENTOS FINANCEIROS) E ANÁLISE DE RISCOS.

    A Companhia e suas controladas procederam a uma avaliação de seus ativos e passivos contábeis em relação aos valores de mercado ou de efetiva realização (valor justo), utilizando informações disponíveis e metodologias de avaliação apropriadas para cada situação. A interpretação dos dados de mercado quanto à escolha de metodologias exige considerável julgamento e estabelecimento de estimativas para se chegar a um

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    valor considerado adequado para cada situação. Conseqüentemente, as estimativas apresentadas podem não indicar, necessariamente, os montantes que poderão ser obtidos no mercado corrente. A utilização de diferentes hipóteses para apuração do valor de mercado ou o valor justo pode ter efeito material nos valores obtidos. A seleção dos ativos e passivos apresentados nesta nota ocorreu em razão de sua materialidade. Aqueles instrumentos cujos valores se aproximam do valor justo e cuja avaliação de risco é irrelevante não estão mencionados.

    De acordo com as suas naturezas, os instrumentos financeiros podem envolver riscos conhecidos ou não, sendo importante, no melhor julgamento, o potencial desses riscos. Assim, podem existir riscos com garantias ou sem garantias, dependendo de aspectos circunstanciais ou legais. Dentre os principais fatores de risco de mercado que podem afetar o negócio da Companhia e das controladas, destacam-se:

    a. Risco de Crédito

    A maioria dos serviços prestados pela controlada Brasil Telecom S.A. está vinculada ao Contrato de Concessão e grande parte desses serviços subordina-se ao estabelecimento de tarifas por parte do órgão regulador. A política de crédito por sua vez, no caso de serviços públicos de telecomunicações, fica subordinada às normas legais estabelecidas pelo poder concedente. O risco existe em razão da possibilidade da Controlada vir a incorrer em perdas resultantes da dificuldade de recebimento de valores faturados a seus clientes. No ano de 2004 a inadimplência consolidada foi de 3,22% da receita bruta (2,69% em 2003). Através de controles internos, é monitorado permanentemente o nível das contas a receber, o que limita o risco de contas inadimplentes, procedendo ao corte do acesso ao serviço (tráfego sainte) se a fatura estiver vencida há mais de trinta dias. São feitas exceções para o caso de serviços de telefonia que devem ser mantidos por razões de segurança ou defesa nacional.

    Com relação à telefonia móvel, o risco de crédito na venda de aparelhos e na prestação de serviços na modalidade pós-pago é minimizado com a adoção de uma pré-análise de crédito dos elegíveis clientes. Ainda no que diz respeito ao serviço pós-pago, cuja base de clientes era de 33,1% em 31/12/04, as contas a receber também são monitoradas a fim de limitar a inadimplência e efetua-se o corte de acesso ao serviço (tráfego sainte) quando a fatura estiver vencida há mais de quinze dias.

    b. Risco de Taxa de Câmbio

    Ativos

    A Companhia possui contratos de empréstimos ativos em moeda estrangeira e, portanto, sujeitos à flutuação das taxas de câmbio. O montante dos ativos expostos a esse tipo de risco são os seguintes:

    CONTROLADORA CONSOLIDADO Valor Contábil Valor Contábil

    2004 2003 2004 2003 Ativos Mútuos com Controlada 74.523 89.653 - - Empréstimos e Financiamentos 118.273 125.044 118.273 125.044 Total 192.796 214.697 118.273 125.044 Longo Prazo 192.796 214.697 118.273 125.044

    Os empréstimos ativos em dólar foram vertidos à Companhia por ocasião da cisão da Telebrás. Devido às características em que se originaram não existe instrumento financeiro no mercado com possibilidade de contratação em condições similares, fato que leva à apresentação somente do valor contábil.

    386

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    11.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

    17/05/2006 16:04:12

    Passivos

    A Companhia e a controlada Brasil Telecom S.A. possuem empréstimos e financiamentos contratados em moeda estrangeira. O risco vinculado a esses passivos surge em razão da possibilidade de existirem flutuações nas taxas de câmbio que possam aumentar os saldos dos mesmos. Os empréstimos sujeitos a esse risco representam cerca de 27,2% (3,9% em 31/12/03) do total dos passivos de empréstimos e financiamentos consolidados, desconsiderados os saldos de hedges contratados. Para minimizar esse tipo de risco, a Controlada celebra contratos de hedge na modalidade de swap cambial junto a instituições financeiras. Da parcela da dívida consolidada em moeda estrangeira 53,2% está coberta por contratos de hedge. Os efeitos positivos ou negativos não realizados dessas operações são registrados no resultado como ganho ou perda. Em 2004 as perdas líquidas consolidadas totalizaram R$ 92.735 (R$ 83.188 de perdas líquidas em 2003).

    A exposição líquida, pelo valor contábil e de mercado, ao risco da taxa de câmbio, é a seguinte:

    CONTROLADORA 2004 2003

    Valor Contábil

    Valor de Mercado

    Valor Contábil

    Valor de Mercado

    Passivos Empréstimos e Financiamentos 396 396 514 469 Total 396 396 514 469 Circulante 162 162 91 83 Longo Prazo 234 234 423 386

    CONSOLIDADO 2004 2003

    Valor Contábil

    Valor de Mercado

    Valor Contábil

    Valor de Mercado

    Passivos Empréstimos e Financiamentos 1.246.706 1.269.846 146.645 140.413 Contratos de Hedge 87.190 74.985 9.809 (8.158) Total 1.333.896 1.344.831 156.454 132.255 Circulante 66.041 55.572 43.384 26.494 Longo Prazo 1.267.855 1.289.259 113.070 105.761

    O método utilizado para o cálculo do valor de mercado (valor justo) dos empréstimos e financiamentos em moeda estrangeira e instrumentos de hedge foi o dos fluxos de caixa futuros associados a cada instrumento contratado, descontados às taxas de mercado vigentes na data de fechamento do balanço.

    c. Risco de Taxa de Juros

    Ativos

    O ativo da Companhia decorre da subscrição integral das debêntures privadas emitidas pela controlada Brasil Telecom S.A.

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    17/05/2006 16:04:12

    CONTROLADORA CONSOLIDADO Valor Contábil e de Mercado Valor Contábil e de Mercado

    2004 2003 2004 2003 Ativos Debêntures vinculadas ao CDI 972.006 1.408.190 - - Empréstimos Vinculados ao CDI, IGP-M, Coluna 27 (FGV) e IGP-DI - - 10.744 9.959Total 972.006 1.408.190 10.744 9.959 Circulante - - 2.540 2.446 Longo Prazo 972.006 1.408.190 8.204 7.513

    Os valores contábeis se igualam aos valores de mercado, devido às condições de contratação atuais para estes tipos de instrumentos financeiros serem semelhantes àquelas em que os mesmos se originaram ou não apresentarem parâmetros para cotação ou contratação.

    A soma das debêntures e empréstimos e financiamentos ativos da Companhia concentrados na Controlada representam 89,8% (92,3% em 31/12/03) dos ativos dessa natureza.

    Passivos

    A Companhia emitiu, no ano de 2000, debêntures privadas conversíveis em ações preferenciais. Este passivo foi contratado à taxa de juros vinculada à TJLP. O risco vinculado a este passivo surge em razão da possível elevação dessa taxa.

    A controlada Brasil Telecom S.A. tem empréstimos e financiamentos contratados em moeda nacional subordinados a taxas de juros vinculadas a indexadores (TJLP, UMBNDES, CDI, etc). O risco inerente a esses passivos surge em razão da possibilidade de existirem flutuações nessas taxas. A Controlada tem pactuado contratos de derivativos de hedge para 38% (79% em 31/12/03) das obrigações sujeitas à taxa UMBNDES, na modalidade de swap cambial. Contudo, há um monitoramento contínuo das demais taxas de mercado com o propósito de avaliar a eventual contratação de derivativos para proteção contra o risco de volatilidade dessas taxas. A Controlada também emitiu debêntures, privadas e públicas, não conversíveis ou permutáveis em ações, sendo que essas obrigações foram contratadas a taxas de juros vinculadas ao CDI e o risco surge em razão da possível elevação dessa taxa.

    A situação dos passivos mencionados é a seguinte:

    CONTROLADORA2004 2003

    Valor Contábil

    Valor de Mercado

    Valor Contábil

    Valor de Mercado

    Passivos Empréstimos vinculados à TJLP (inclui Debêntures) 472.863 452.006 651.492 651.492 Total 472.863 452.006 651.492 651.492 Circulante 213.670 204.245 213.899 213.899 Longo Prazo 259.193 247.761 437.593 437.593

    388

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    CONSOLIDADO2004 2003

    Valor Contábil

    Valor de Mercado

    Valor Contábil

    Valor de Mercado

    Passivos Empréstimos vinculados à TJLP (inclui Debêntures) 2.485.351 2.334.966 2.417.518 2.417.518 Empréstimos vinculados a UMBNDES 275.565 229.177 209.011 209.011 Contratos de Hedge em UMBNDES 38.979 13.920 44.895 44.895 CDI 541.707 541.748 919.947 919.947 Empréstimos vinculados ao IGPM 16.724 16.724 21.739 21.739 Outros Empréstimos 16.007 16.007 20.438 20.438 Total 3.374.333 3.152.542 3.633.548 3.633.548 Circulante 790.597 738.632 1.653.574 1.653.574 Longo Prazo 2.583.736 2.413.910 1.979.974 1.979.974

    Alguns dos contratos citados têm os valores de mercado iguais aos valores contábeis, devido às condições de contratação atuais para estes tipos de instrumentos financeiros serem semelhantes àquelas em que os mesmos se originaram ou não apresentarem parâmetros para cotação ou contratação.

    d. Risco de Não Vinculação de Índices de Atualização Monetária de Empréstimos e Financiamentos com o Contas a Receber

    Os índices de empréstimos e financiamentos contratados pela controlada Brasil Telecom S.A. não estão correlacionados com os valores das contas a receber. Desta maneira surge um risco, pois os reajustes de tarifas telefônicas não necessariamente acompanham os aumentos nas taxas de juros locais que afetam as dívidas da Controlada.

    e. Riscos Contingenciais

    Os riscos contingenciais são avaliados segundo hipóteses de exigibilidade entre provável, possível ou remoto. As contingências consideradas como de risco provável são registradas no passivo. Os detalhes desses riscos estão apresentados na nota nº 7.

    f. Riscos Relacionados a Investimentos

    A Companhia possui investimentos avaliados pelos métodos de equivalência patrimonial e custo de aquisição. A Brasil Telecom S.A., a Nova Tarrafa Participações Ltda. e a Nova Tarrafa Inc. são sociedades controladas, cujos investimentos são avaliados pela equivalência patrimonial.

    Os investimentos avaliados pelo custo são irrelevantes em relação aos ativos totais. Os riscos a eles relacionados não produziriam impactos relevantes nos resultados da Companhia caso ocorressem perdas significativas.

    Os valores relacionados aos investimentos são os seguintes:

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    2004 2003

    Valor Contábil

    Valor de Mercado

    Valor Contábil

    Valor de Mercado

    Investimentos 4.364.939 5.144.159 4.470.474 5.655.378

    Participações em Sociedades Controladas 4.356.174 5.135.394 4.458.242 5.643.146 Com Cotação em Bolsa 4.315.621 5.094.841 4.418.315 5.603.219 Sem Cotação em Bolsa 40.553 40.553 39.927 39.927

    Outros Investimentos 8.765 8.765 12.232 12.232

    O investimento com cotação em bolsa refere-se à participação na Brasil Telecom S.A. e seu valor de mercado foi avaliado com base na cotação de mercado utilizada na negociação entre minoritários.

    g. Riscos de Aplicações Financeiras

    São mantidas diversas aplicações financeiras de liquidez imediata em fundos de investimento financeiro (FIF’s) exclusivos, cujos ativos são constituídos por títulos públicos federais pós-fixados, pré-fixados e cambiais, todos vinculados ao CDI, através do lastro destes títulos ou através de contratos futuros junto à Bolsa de Mercadorias e Futuros - BM&F, títulos públicos federais (NBC-E) referenciados à variação do dólar comercial acrescida de cupom cambial e em fundo de investimento em moeda estrangeira. A Companhia mantém aplicações financeiras no valor de R$ 828.233 em 31/12/04 (R$ 490.538 em 31/12/03). Os rendimentos auferidos estão reconhecidos contabilmente como receita financeira e montam R$ 99.356 em 2004 (R$ 76.884 em 2003). Os valores atribuídos às demonstrações consolidadas são os seguintes: aplicações financeiras no valor de R$ 3.154.731 em 31/12/04 (R$ 1.805.634 em 31/12/03) e rendimentos auferidos no montante de R$ 312.809 em 2004 (R$ 227.960 em 2003).

    h. Risco de Vencimentos Antecipados de Empréstimos e Financiamentos

    Alguns dos contratos de empréstimos e financiamentos firmados pela controlada Brasil Telecom S.A. com seus credores contêm cláusulas que prevêem antecipação de vencimentos de obrigações (covenants), nos casos em que não sejam atingidos determinados valores mínimos para certos indicadores, como índices de endividamento, liquidez, geração de caixa e outros.

    Visando ajustar os parâmetros de avaliação à nova realidade do setor de telecomunicações e da própria Brasil Telecom S.A., a mesma iniciou em dezembro de 2004 o processo de adequação de covenants juntos às instituições financeiras vinculadas aos financiamentos do BNDES. As instituições financeiras aprovaram as modificações solicitadas pela Companhia em 20/12/04, com validade abrangente ao próprio exercício de 2004, e encaminharam o processo ao BNDES, cuja aceitação por parte da diretoria daquela instituição foi deliberada em 01/02/05. Com a aprovação obtida, os indicadores exigidos nas cláusulas contratuais, comuns às operações de empréstimos e financiamentos, foram totalmente atendidos pela Controlada.

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    i. Risco de Aspecto Regulatório

    Em 20 de junho de 2003, a ANATEL homologou a Resolução 341, que prevê novos tipos de contratos de concessão, vigentes a partir de 1º de janeiro de 2006 até 2025. A forma do novo contrato de concessão prevê mudanças na forma em que as tarifas são ajustadas, como por exemplo, o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) deixaria de ser utilizado para determinar os reajustes nas tarifas baseados na inflação anual. Conseqüentemente, as operações e a posição competitiva da Brasil Telecom S.A. poderão ser afetadas por estas mudanças.

    6. BENEFÍCIOS A EMPREGADOS

    Os benefícios descritos nesta nota são oferecidos aos empregados da Companhia, de sua controlada Brasil Telecom S.A. e das sociedades controladas por esta. Tais sociedades, para melhor citá-las quando em conjunto, podem ser referenciadas como “Grupo Brasil Telecom” e, para efeitos de previdência complementar citada nesta nota, também estão denominadas como “Patrocinadora” ou “Patrocinadoras”.

    a. Previdência Complementar

    O Grupo Brasil Telecom patrocina planos de benefícios de previdência complementar, relacionados à aposentadoria para seus empregados e participantes assistidos e, para estes últimos, assistência médica em alguns casos. Esses planos têm como administradoras duas fundações, sendo a Fundação SISTEL de Seguridade Social (“SISTEL”) originária de empresas do antigo Sistema Telebrás e a Fundação BrTPREV (“FBrTPREV”), anteriormente denominada como Fundação dos Empregados da Companhia Riograndense de Telecomunicações – FCRT, originária da antiga CRT, sociedade incorporada pela controlada Brasil Telecom S.A. em 28/12/00.

    O estatuto social prevê a aprovação da política de previdência complementar, sendo que a solidariedade atribuída aos planos de benefícios definidos vincula-se aos atos firmados junto às fundações, com a anuência da Superintendência Nacional de Previdência Complementar – PREVIC, anteriormente representada pela Secretaria de Previdência Complementar – SPC, no que cabe aos planos específicos.

    Os planos patrocinados são avaliados anualmente por atuários independentes na data de encerramento do balanço. Para os planos de benefício definido é adotado o reconhecimento imediato dos ganhos e perdas atuariais, estando constituído o passivo integral para os planos que apresentam situação deficitária. Esta medida foi aplicada desde o exercício social de 2001, ano em que foram adotadas as normas da Deliberação CVM nº 371/00. Para os planos que apresentam situação atuarial positiva não são constituídos ativos em virtude da impossibilidade legal de reembolsos desses superávits.

    A seguir estão reportadas as características dos planos de previdência complementar patrocinados.

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    17/05/2006 16:04:12

    FUNDAÇÃO SISTEL DE SEGURIDADE SOCIAL (SISTEL)

    No início de 2000, a Fundação SISTEL passou pela segregação do plano único em diversos planos, com autonomia patrimonial e financeira próprias, administrados, controlados e contabilizados em separado, conforme legislação específica. A partir daí, os planos segregados (de benefício definido) foram objeto de migração para planos de contribuição definida e benefícios saldados, moldados diferentemente entre si, de acordo com as políticas de recursos humanos de cada patrocinadora. Desde então, já se previa a natural evolução do modelo implementado para a criação de entidades próprias objetivando a gestão individualizada de cada plano da patrocinadora, uma vez que as principais empresas de telecomunicações do país são concorrentes entre si. Neste contexto, a Brasil Telecom S.A. protocolou pedido junto à Superintendência Nacional de Previdência Complementar – PREVIC, anteriormente denominada como Secretaria de Previdência Complementar – SPC, para a criação de Entidade própria de previdência complementar – a Fundação 14 de Previdência Privada (“Fundação 14”) –, tendo sido aprovado através da Portaria SPC nº 124 de 07/10/2004. Em 03/11/2004 foi também protocolado junto à PREVIC o pedido de transferência do plano TCSPREV, da SISTEL para a Fundação 14, cuja aprovação por parte daquele órgão foi manifestada em 12/01/05, através do Ofício nº 51/DPAT/SPC. Em decorrência destes fatos, a transferência da administração do plano TCSPREV para a Fundação 14 está prevista para ser efetivada no decorrer do primeiro semestre de 2005.

    Planos

    TCSPREV (Contribuição Definida, Benefício Saldado e Benefício Definido)Este plano de contribuição definida e benefícios saldados foi lançado em 28/02/00, obtendo a adesão de cerca de 80% dos empregados naquela oportunidade. Em 31/12/01 ocorreu a fusão de todos os planos previdenciários patrocinados junto à SISTEL, com aprovação em caráter excepcional e precário pela então Secretaria de Previdência Complementar – SPC, do documento encaminhado àquele Órgão, face à necessidade de ajustes no regulamento. Desta forma, o TCSPREV é constituído por grupos de contribuição definida, de benefício saldado e de benefício definido. Os planos que se agregaram ao TCSPREV foram o PBS-TCS, PBT-BrT, Convênio de Administração BrT e Termo de Relação Contratual Atípica, sendo mantidas as condições estabelecidas nos planos de origem. A partir de março de 2003, este plano foi suspenso ao ingresso de novas adesões. O TCSPREV atende atualmente a cerca de 55,4% do quadro de empregados.

    PBS-A (Benefício Definido)Mantido solidariamente em conjunto com outras patrocinadoras vinculadas à prestação de serviços de telecomunicações, destinado aos participantes que se encontravam na condição de assistidos em 31/01/00.

    PAMA - Plano de Assistência Médica ao Aposentado / PCE – Plano de Coberturas Especiais (Contribuição Definida)Mantido solidariamente em conjunto com outras patrocinadoras vinculadas à prestação de serviços de telecomunicações, destinado aos participantes que se encontravam na condição de assistidos em 31/01/00, para os assistidos do Grupo PBS-TCS, incorporado ao TCSPREV em 31/12/01 e para os assistidos dos planos de benefícios definidos PBS´s de outras patrocinadoras da SISTEL. Conforme avaliação jurídico/atuarial, a responsabilidade da patrocinadora está exclusivamente limitada a contribuições futuras. Durante 2004 ocorreu a migração opcional dos aposentados e pensionistas usuários do PAMA, para novas condições de cobertura (PCE). Os participantes que optaram pela migração, passaram a contribuir para o PCE.

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    17/05/2006 16:04:12

    PAMEC-BrT – Plano de Assistência Médica ao Complementado (Benefício Definido)Destinado à assistência médica dos aposentados e pensionistas vinculados ao Grupo PBT-BrT, o qual foi incorporado ao TCSPREV em 31/12/01.

    Contribuições Estabelecidas para os Planos

    TCSPREVAs contribuições para este plano mantiveram as mesmas bases dos planos originais incorporados em 2001, por grupo de participantes, sendo determinadas com base em estudos atuariais preparados por atuários independentes, de acordo com as normas em vigor no Brasil, obedecendo ao regime de capitalização para a determinação do custeio. Atualmente, apenas para os grupos internos PBS-TCS (benefício definido) e TCSPREV (contribuição definida) existem contribuições dos participantes e da patrocinadora. No grupo TCSPREV, os valores contribuídos são creditados em contas individuais de cada participante, de forma paritária entre o empregado e a patrocinadora, cujos percentuais de contribuição básica variam de 3% a 8% do salário de participação, conforme a idade do participante. Opcionalmente o participante pode contribuir voluntariamente ou esporadicamente para o plano, acima da contribuição básica, porém, sem a paridade da patrocinadora. No grupo PBS-TCS, a contribuição da patrocinadora corresponde a 12% sobre a folha de salários dos participantes do grupo, enquanto que a do empregado varia de acordo com a idade, tempo de serviço e salário, podendo também pagar uma “jóia” dependendo da idade de ingresso no plano. As patrocinadoras são responsáveis pelo custeio de todas as despesas administrativas e benefícios de risco. Até o trimestre as contribuições da Patrocinadora ao TCSPREV, em média, representaram 6,75% da folha de proventos dos participantes do plano. Para os empregados vinculados ao plano esta média foi de 6,08%.

    PBS-AAs contribuições podem ocorrer em caso de apuração de déficit acumulado. Em 31/12/04 o plano apresentava-se superavitário.

    PAMA/PCEEste plano é mantido com contribuições da Patrocinadora, correspondendo a 1,5% sobre a folha salarial dos participantes ativos vinculados aos planos PBS, segregados e patrocinados pelas diversas patrocinadoras da SISTEL. No caso da Brasil Telecom, o PBS-TCS foi incorporado ao plano TCSPREV em 31/12/01, passando a constituir um grupo interno do mesmo. Também são realizadas contribuições pelos aposentados e pensionistas usuários que migraram para o PCE.

    PAMEC-BrTAs contribuições para este plano foram pagas integralmente em julho de 1998, através de dotação única. Novas contribuições estarão limitadas à eventual necessidade de cobertura de gastos futuros.

    FUNDAÇÃO BrTPREV

    O patrocínio junto à FBrTPREV tem por finalidade principal a manutenção de planos de suplementação de aposentadorias, pensões e demais prestações asseguradas pela previdência oficial aos participantes. O regime atuarial de determinação do custo e contribuições ao plano é o de capitalização coletiva, avaliado anualmente por atuário independente.

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    17/05/2006 16:04:12

    Planos

    BrTPREVPlano de contribuição definida e benefícios saldados, lançado em outubro de 2002, destinado à concessão de benefícios previdenciais suplementares aos da previdência oficial e que atendia inicialmente apenas aos empregados vinculados à Filial do Rio Grande do Sul, pertencente à controlada Brasil Telecom S.A. Em março de 2003 este plano foi aberto também aos novos empregados das demais filiais da Controlada e aos novos empregados de suas subsidiárias, que desejam ingressar nos planos de previdência complementar patrocinados. O BrTPREV atende em torno de 39,5% do quadro de empregados.

    Fundador – Brasil Telecom e Alternativo – Brasil TelecomPlanos de benefício definido, destinados à concessão de benefícios previdenciais suplementares aos da previdência oficial, fechados ao ingresso de novos participantes. Atualmente, esses planos atendem a cerca de 0,9% do quadro de empregados.

    Contribuições Estabelecidas para os Planos

    BrTPREVAs contribuições para este plano são determinadas com base em estudos atuariais preparados por atuários independentes, de acordo com as normas em vigor no Brasil, obedecendo ao regime de capitalização para a determinação do custeio. Os valores contribuídos são creditados em contas individuais de cada participante, de forma paritária entre o empregado e a patrocinadora, cujos percentuais de contribuição básica variam de 3% a 8% do salário de participação, conforme a idade do participante. Opcionalmente o participante pode contribuir também voluntariamente ou esporadicamente para o plano, acima da contribuição básica, porém sem a paridade da patrocinadora. Esta é responsável pelo custeio de todas as despesas administrativas e benefícios de risco. As contribuições normais da patrocinadora em 2004 equivaleram, em média, a 5,86% da folha de proventos dos participantes vinculados a este plano, enquanto que para as contribuições dos empregados a média foi de 5,11%.

    Fundador – Brasil Telecom e Alternativo – Brasil TelecomA contribuição normal da patrocinadora em 2004 foi, em média, de 2,48% sobre a folha de salários dos participantes dos planos, sendo que estes contribuem com taxas variáveis conforme a idade, tempo de serviço e salário, cuja taxa média até o trimestre foi de 2,39%. No Plano Alternativo – Brasil Telecom, os participantes também pagam uma jóia, dependendo da idade de ingresso no plano.

    A reserva matemática a amortizar, referente ao valor atual da contribuição suplementar da patrocinadora, face à insuficiência atuarial dos planos administrados pela FBrTPREV, tem o prazo máximo de liquidação estabelecido em vinte anos, contados a partir de janeiro de 2002, conforme o Ofício nº 66/SPC/GAB/COA, de 25/01/02, da Secretaria de Previdência Complementar. Desse prazo máximo determinado ainda restam 17 anos para a quitação total.

    Situações dos Planos Mencionados (SISTEL e FBrTPREV), com base da Deliberação CVM n° 371/00

    A seguir estão apresentados os dados dos planos de previdência privada patrocinados que mantém, mesmo que de forma diminuta, obrigações de benefício definido:

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    11.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

    17/05/2006 16:04:12

    FBrTPREV – BrTPREV SISTEL - TCSPREV 2004 2003 2004 2003

    CONCILIAÇÃO DOS ATIVOS E PASSIVOS Obrigações Atuariais com Benefícios Concedidos 973.323 891.269 171.212 145.934 Obrigações Atuariais com Benefícios a Conceder 83.379 99.483 147.861 273.001 (-) Parcelas de Contribuições Definidas - - - (137.132) (=) Total do Valor Presente das Obrigações Atuariais 1.056.702 990.752 319.073 281.803 Valor Justo dos Ativos do Plano (555.256) (486.348) (475.911) (573.834) (-) Parcelas de Contribuições Definidas - - - 137.132 Valor Justo dos Ativos do Plano (555.256) (486.348) (475.911) (436.702) (=) Passivo/(Ativo) Atuarial Líquido 501.446 504.404 (156.838) (154.899)

    MOVIMENTAÇÃO DO PASSIVO/(ATIVO) ATUARIAL LÍQUIDO Vlr. Presente da Obrigação Atuarial no início do exercício 990.752 922.150 281.803 503.729 Custo dos Juros 160.304 163.035 31.013 84.790 Custo do Serviço Corrente 377 6.502 3.700 33.827 Benefícios Pagos Líquidos (92.657) (125.634) (13.171) (38.629) (Ganho) ou Perda Atuarial sobre a Obrigação Atuarial (2.074) 24.699 15.728 (164.782) Valor das Obrigações no final do exercício (parcela CD) - - - (137.132) Vlr. Presente da Obrigação Atuarial no final do exercício 1.056.702 990.752 319.073 281.803 Valor Justo dos Ativos do Plano no início do exercício 486.348 420.310 436.702 503.729 Rendimentos dos Ativos do Plano 62.798 98.832 50.932 80.457 Contribuições Normais Recebidas pelo Plano 291 2.380 1.448 28.277 Patrocinadora 18 149 889 13.935 Participantes 273 2.231 559 14.342 Contribuições Amortizantes Recebidas da Patrocinadora 98.476 90.460 - - Pagamento de Benefícios (92.657) (125.634) (13.171) (38.629) Valor Justo dos Ativos no final do exercício (parcela CD) - - - (137.132) Valor Justo dos Ativos do Plano no final do exercício 555.256 486.348 475.911 436.702

    (=) Valor do Passivo/(Ativo) Atuarial Líquido(1) 501.446 504.404 (156.838) (154.899)(1) Em caso de ativo atuarial líquido, não há reconhecimento contábil na Patrocinadora.

    DESPESA RECONHECIDA NA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DA BRASIL TELECOM Custo do Serviço Corrente 359 6.353 3.700 33.827 Contribuições dos Participantes (273) (2.231) (559) (14.342) Custo dos Juros 160.304 163.035 - - Rendimento dos Ativos do Plano (62.798) (98.832) - - Perdas (Ganhos) Atuariais Reconhecidos (2.074) 24.699 - - Total da Despesa Reconhecida 95.518 93.024 3.141 19.485

    PRINCIPAIS PREMISSAS ATUARIAIS UTILIZADAS Taxa de Desconto da Obrigação Atuarial (6% + Inflação) 15,54% 16,18% 11,30% 11,30% Taxa de Rendimento Total Esperada sobre os Ativos do Plano 15,54% 16,18% 18,10% 11,83% Índice de Aumento Salarial Real Estimado 2% 2% 2% 2% Taxa Estimada de Inflação 9,00% 9,60% 5,00% 5,00% Tábua de Mortalidade Geral UP84 UP84 + 1 Tábua de Entrada em Invalidez Álvaro Vindas Mercer Disability

    Tábua de Mortalidade de Inválidos IAPB-57 IAPB-57 Taxa de Rotatividade nula 0,15/(tempo de serviço + 1);

    nula a partir dos 50 anos

    Idade de Aposentadoria 60 anos 60 anos

    395

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    01768-0 BRASIL TELECOM PARTICIPAÇÕES S.A. 02.570.688/0001-70

    11.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

    17/05/2006 16:04:12

    INFORMAÇÕES ADICIONAIS – 2004 Os ativos dos planos citados acima estão posicionados em 30/11/04. Com referência ao BrTPREV o ativo foi projetado para 31/12/04.

    Os dados cadastrais utilizados são de 30/09/04 e 31/10/04 para o TCSPREV e BrTPREV, respectivamente. Tais dados foram projetados para 31/12/04, para ambos os planos.

    SISTEL - PBS-A SISTEL - PAMEC 2004 2003 2004 2003

    CONCILIAÇÃO DOS ATIVOS E PASSIVOS Obrigações Atuariais com Benefícios Concedidos 529.690 514.254 852 2.651 Obrigações Atuariais com Benefícios a Conceder - - 34 27 (=) Total do Valor Presente das Obrigações Atuariais 529.690 514.254 886 2.678 Valor Justo dos Ativos do Plano (688.827) (614.450) (1.009) (992) (=) Passivo/(Ativo) Atuarial Líquido (159.137) (100.196) (123) 1.686

    MOVIMENTAÇÃO DO PASSIVO/(ATIVO) ATUARIAL LÍQUIDO Vlr. Presente da Obrigação Atuarial no início do exercício 514.254 430.459 2.678 844 Custo dos Juros 55.706 46.683 302 147 Custo do Serviço Corrente - - 1 1 Benefícios Pagos Líquidos (44.940) (40.283) (43) (5) (Ganho) ou Perda Atuarial sobre a Obrigação Atuarial 4.670 77.395 (2.052) 1.691 Vlr. Presente da Obrigação Atuarial no final do exercício 529.690 514.254 886 2.678 Valor Justo dos Ativos do Plano no início do exercício 614.450 542.744 992 844 Rendimentos dos Ativos do Plano 119.317 111.989 60 153 Pagamento de Benefícios (44.940) (40.283) (43) (5) Valor Justo dos Ativos do Plano no final do exercício 688.827 614.450 1.009 992

    (=) Valor do Passivo/(Ativo) Atuarial Líquido(1) (159.137) (100.196) (123) 1.686(1) Em caso de ativo atuarial líquido, não há reconhecimento contábil na Patrocinadora.

    DESPESA RECONHECIDA NA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DA BRASIL TELECOM Constituição (Reversão) do Passivo Atuarial - - (1.686) 1.686 Total da Despesa (Receita) Reconhecida - - (1.686) 1.686

    PRINCIPAIS PREMISSAS ATUARIAIS UTILIZADAS Taxa de Desconto da Obrigação Atuarial (6% + Inflação) 11,30% 11,30% 11,30% 11,30% Taxa de Rendimento Total Esperada sobre os Ativos do Plano 12,20% 11,30% 16,51% 11,30% Índice Estimado de Aumento Nominal dos Benefícios 5,00% 5,00% 5,00% 5,00% Tábua de Mortalidade Geral UP84 + 1 UP84 + 1 Tábua de Entrada em Invalidez N/A Mercer Disability Idade de Início dos Benefícios N/A 100% na elegibilidade à

    aposentadoria

    Taxa Estimada de Inflação 5,00% 5,00% 5,00% 5,00% N/A = Não Aplicável.

    INFORMAÇÕES ADICIONAIS – 2004 a) Os ativos dos planos estão posicionados em 30/11/04. b) Os dados cadastrais utilizados são de 30/09/04, projetados para 31/12/04.

    396

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    01768-0 BRASIL TELECOM PARTICIPAÇÕES S.A. 02.570.688/0001-70

    11.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

    17/05/2006 16:04:12

    b. Plano de Opção de Compra de Ações para Administradores e Empregados

    A Assembléia Geral Extraordinária da controlada Brasil Telecom S.A., realizada em 28 de abril de 2000, aprovou o plano geral para a outorga de opções de compra de ações para seus administradores e empregados, incluindo os vinculados às suas controladas. O Plano autoriza a outorga de um limite máximo de 10% das ações de cada espécie de ações. As ações oriundas do exercício de opções garantem aos beneficiários os mesmos direitos concedidos aos demais acionistas da respectiva sociedade. A administração desse plano foi atribuída a um comitê gestor designado pelo Conselho de Administração, o qual deliberou somente pela outorga de opções de ações preferenciais. O plano divide-se em dois programas distintos:

    Programa A

    Este programa é outorgado na extensão dos objetivos de performance atingidos, determinados pelo Conselho de Administração por um período de cinco anos. Até 31 de dezembro de 2004 nenhuma ação foi outorgada.

    Programa B

    O preço de exercício é fixado pelo comitê gestor, com base no preço de mercado do lote de mil ações na data de outorga da opção e será corrigido monetariamente pelo IGP-M entre a data de assinatura dos contratos e a data de pagamento.

    A aquisição do direito ao exercício da opção dar-se-á da seguinte forma e nos seguintes prazos:

    Primeira Outorga Segunda Outorga Terceira Outorga A partir de Prazo Limite A partir de Prazo Limite A partir de Prazo Limite

    33% 01/01/04 31/12/08 19/12/05 31/12/10 21/12/05 31/12/11 33% 01/01/05 31/12/08 19/12/06 31/12/10 21/12/06 31/12/11 34% 01/01/06 31/12/08 19/12/07 31/12/10 21/12/07 31/12/11

    Esses prazos de aquisição poderão ser antecipados em razão da ocorrência de eventos ou condições especiais estabelecidos no contrato de outorga.

    As informações relativas ao plano geral para a outorga de opções de compra de ações estão resumidas a seguir:

    2004 2003 Opções de

    Ações Preferenciais

    (Mil)

    Preço Médio de Exercício

    R$

    Opções de Ações

    Preferenciais (Mil)

    Preço Médio de Exercício

    R$

    Saldo no início do exercício 907.469 11,73 622.364 11,34 Outorgadas 507.650 15,28 308.033 12,48 Opções Extintas - - (22.928) 11,34 Saldo no final do exercício 1.415.119 13,00 907.469 11,73

    Não houve outorga de opções de compra de ações exercidas até a data de encerramento do balanço e a representatividade do saldo de opções perante o total de ações em circulação da controlada Brasil Telecom S.A. é de 0,26% (0,17% em 2003).

    397

  • SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas Legislação Societária EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Data-Base - 31/12/2004

    01768-0 BRASIL TELECOM PARTICIPAÇÕES S.A. 02.570.688/0001-70

    11.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

    17/05/2006 16:04:12

    Considerando a hipótese de que as opções serão exercidas integralmente, o custo de oportunidade dos prêmios das respectivas opções, calculado pelo método Black&Scholes, para a Controlada seria de R$ 1.254 (R$ 829 em 2003).

    c. Outros Benefícios a Empregados

    São concedidos ainda outros benefícios aos empregados, tais como: auxílio médico/odontológico, auxílio alimentação, seguro de vida em grupo, auxílio acidente de trabalho, auxílio doença, auxílio transporte e outros.

    7. PROVISÕES PARA CONTINGÊNCIAS

    O Grupo Brasil Telecom efetua periodicamente uma avaliaç�